Autoimagem distorcida: eita inimigo perverso e difícil de vencer!

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Um dos meus maiores inimigos sempre foi a distorção de imagem.

Eu nunca me vi tão gorda quanto eu realmente fiquei.

Eu me achava fofinha, cheinha, mas nunca me enxerguei como obesa.

Pesar 76kg em um corpo de 1,59 metro me colocou no grau I de obesidade, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma vez que meu IMC (índice de massa corpórea)  estava acima de 30.

Mas eu não me via assim.

Sempre tive a habilidade de ‘disfarçar’ o que eu achava que eram apenas algumas gordurinhas a mais.

E, sempre que eu disparava a comer, fugia da balança para não ter que me deparar com a triste realidade de ter ganho peso. Mais do que isso, eu escolhia estrategicamente as roupas mais largas e elásticas para que nada desse indícios de que eu havia ultrapassado os limites.

 

Eu nunca me vi como eu me vejo hoje nessa foto aí embaixo.

Eu estava obesa, mas só me achava gordinha.

Pura distorção de imagem.

 

Essa é a foto mais gorda que eu localizei. Óbvio que foi no álbum de amigos, porque esse tipo de imagem eu deletava da máquina de quem quer que fosse. Foto: Amanda Brum

Essa é a foto mais gorda que eu localizei. Óbvio que foi no álbum de amigos, porque esse tipo de imagem eu deletava da máquina de quem quer que fosse. Foto: Amanda Brum

Mas tem uma hora, colega, que não tem como fugir da realidade.

A ficha de que eu estava fora de qualquer parâmetro só caiu quando eu recebi senha preferencial num laboratório de exames clínicos.

A atendente achou que eu estava grávida. Na verdade, BEEEEEEEM GRÁVIDA.

Mas não tinha bebê. Só tinha banha mesmo.

E eu nunca me enxerguei assim.

Não bastasse esse balde de água fria, nessa mesma semana um senhor se levantou no metrô para me ceder o lugar.

Aí foi o fim.

Eu não tinha mais como negar que eu havia me perdido, que eu estava fora de qualquer parâmetro. E comecei minha luta definitiva contra a balança.

 

Passados quase 2 anos, posso celebrar a eliminação de 16kg.

Mais do que ver o ponteiro da balança descer, vi meu corpo encolher. Roupas que não me serviam há séculos saíram do fundo do armário e entraram no meu novo corpo com folga.

Voltei a comprar calças tamanho 38.E minhas blusas, que antes não fechavam nem com reza brava por causa da minha comissão de frente avantajada mesmo sendo tamanho GG, agora são M e, dependendo da confecção, até P.

Mas a safada da distorção de imagem ainda continua por aqui.

Eu não consigo me apropriar ainda das minhas vitórias.

Eu ainda me vejo muito mais gorda do que dizem que eu estou.

Hoje fui surpreendida por uma moça que, na maior naturalidade, disse que eu não precisava mais fazer dieta.

Mal pude acreditar.

Há 2 semanas foi a vez de uma outra moça, que lida com obesidade, me dizer que nem precisava me pesar para saber que eu já estava no peso ideal e que não tenho quase nada a perder.

Mas eu não consigo ainda enxergar isso.

Eu ainda me vejo muito maior do que dizem que estou.

 

Foto: Amanda Bru

Essa foto tirei neste fim de semana. Fiquei feliz porque voltei a vestir com conforto o menor vestido que tenho no guarda-roupa. Ele é tamanho 38. :-) Foto: Amanda Brum

Como vencer isso?

Não sei ainda.

Minha terapeuta diz que tenho que me conectar cada vez mais comigo mesma, me observar cada vez mais, me aceitar e me valorizar como eu sou. Ou seja, praticar o meu amor próprio.

Estou tentando.

Ainda não sei se vai dar certo, mas não entrei nessa parada para desistir.

Porque sei que isso só vai me fazer ainda mais completa e feliz.

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Comer ou não comer, eis a questão

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Gente, não tem um gordinho ou ex-gordinho que não sofra com o dilema de comer ou não comer.

A gente sempre está pensando em comida.

A gente sempre quer mais comida.

A gente sempre esperava poder engolir uma colher, um pedaço, um tequinho a mais.

À medida que a gente se conscientiza e avança na luta contra a balança, vira e mexe a gente se depara com o questionamento:

“Devo ou não devo comer isso?”

“Devo ou não devo comer mais um pouco?”

Olha, quer saber o que eu acho?

Na maior parte das vezes, quando nos questionamos, quer dizer que no fundo não deveríamos.

Porque se fosse algo tranquilo e inofensivo, como um balde de alface, um potão de cebola e um caminhão de pepino descascado, a gente nem se perguntaria.

Eu tenho cada vez mais tentado conscientizar minhas escolhas.

Quando surge a questão, reflito bem e só sigo adiante para o próximo pedaço/próxima mordida/próximo teco quando eu vejo que o alimento em questão realmente vale muito a pena. Senão, deixo para lá. Era a fome emocional falando mais alto, porque normalmente, a essa altura do campeonato, meu corpo já está muito bem nutrido.

E se sigo em frente, tento compensar na próxima refeição, comendo algo mais leve, e reforço a queima calórica com atividade física.

É assim que tem funcionado para mim.

É assim que consegui emagrecer e tenho conseguido queimar os últimos quilinhos que ainda me incomodam, mesmo já tendo voltado para meu corpo normal.

E vamos que vamos que emagrecimento é um campeonato que para vencer é preciso pontuar jogo a jogo.

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A diferença entre querer ser magro e decidir emagrecer

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emagrecer

A cada dia eu tenho mais a certeza de que quase todo mundo quer ser magro.

E quem não quer ser magro com certeza quer estar no peso ideal ou com uns quilinhos a menos.

Acontece que querer ser magro não significa absolutamente nada.

NA-DA.

E cada dia tenho isso mais claro na minha cabeça de gorda.

O que mais vejo hoje é gente que quer ser magra, mas não quer emagrecer.

Vi isso claramente esta semana, no grupo de emagrecimento do qual estou fazendo parte.

Teve gente que visivelmente não fez a lição de casa nos últimos 7 dias, mas que mesmo assim esperava resultado na balança.

Para essas pessoas, é como se aderir a um programa de emagrecimento fosse suficiente para perder peso.

“Assinei a adesão,

Por quanto tempo eu fui assim… Virgem Maria, por anos, e anos e anos!

Mas não é assim não, colega!

Quer emagrecer? Tem que pagar o preço, colega!

E o preço nem é tão alto assim: é comprar a atividade física para o resto da vida e o controle da Bolotinha Diaba que mora dentro de você para que as bobagens pouco saudáveis e as comidas engordativas fiquem bem longe da sua boca.

Não existe mágica.

Não cai do céu não.

Infelizmente.

E olha que eu já procurei por esse mundão a fora, mas milagre pra emagrecer parece ter ficado de fora da lista dos santos de todas as religiões que já pesquisei por aí.

Então, quer um conselho?

Se você quer mesmo emagrecer, junte todas as suas forças e foca nisso.

O resultado certamente chegará.

Agora se ainda não é sua hora, não se martirize não.

Vá se conscientizando e se preparando para mudar de verdade.

O fazer de conta não faz bem pra ninguém, muito menos pra você.

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Crepioca de chocolate é nutritiva, deliciosa e amiga da dieta. Aprenda!

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Foto: Amanda Brum

Foto: Amanda Brum

Gente, vi no Instagram da @jucaiado uma tapioca de chocolate que ficou maravilhosa. Eu resolvi me inspirar na receita dela e criei essa crepioca de chocolate.

Recheei com morangos e iogurte grego 0% gordura e ficou simplesmente sensacional!

O legal dela é que junta o doce que a gente adora (chocolate), com proteína pura (vinda da clara de ovo), laticínios (por conta do iogurte) e fibras (vindo da fruta que usei no recheio).

Pra quem tem medo da tapioca, o segredo é justamente esse: consumi-la com alimentos ricos em proteína (como a clara de ovo, iogurtes, queijos) e em fibras (como as frutas, legumes e verduras). Assim, o índice glicêmico dela fica sob controle.

E a vantagem da tapioca é que ela não tem glúten, substância que em algumas pessoas provoca inchaço e dificuldade para emagrecer.

Gostou da ideia?

Então anota a receita, colega!

Ingredientes

2 col de sopa de tapioca hidratada

2 col de sopa de Gold Achocolatado diet

1/2 col de sopa de adoçante culinário

1 clara de ovo

1 potinho de iogurte grego 0% gordura

1/2 xícara de morangos lavados e picados

Modo de preparo

Misture os morangos ao iogurte e reserve.

Junte todos os outros ingredientes em um potinho e mexa bem.

Quando a massa estiver uniforme, leve a uma frigideira antiaderente e deixe assar dos dois lados.

Retire, recheie com a mistura de morango e sirva em seguida.

Com água gelada e cafezinho fica sensacional.

Rendimento:

1 porção de 190kcal

Crédito:

Receita inspirada na tapioca de chocolate da @jucaiado.

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Foto: Amanda Brum

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Você merece: veja 3 atitudes que podem mudar a sua semana para melhor

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Hoje é domingo! Dia perfeito para a gente desfrutar do que há de melhor na vida: descanso, boas companhias, pessoas queridas, boa comida, enfim, o bom da vida.

E nada melhor do que aproveitar o domingo para preparar a semana que está para começar.

Acredite, tudo pode ser melhor e diferente, só depende da gente mesmo.

Aproveitarei uns minutinhos deste domingo para refletir sobre 3 atitudes que vou perseguir nos próximos 7 dias para ter uma semana melhor.

Terei um bom dia

Quando eu ouço o despertador, costumo iniciar uma batalha dentro de mim em que reclamo para mim mesma que ainda é cedo, que ainda precisava de mais sono, que eu merecia descansar mais, que a vida é injusta com quem tem horário a cumprir, mas que tenho que levantar para malhar, trabalhar, blá, blá, blá.

Quando essa batalha começar na minha mente, vou me esforçar para anulá-la e para dizer a mim mesma:

“Que bom, mais um dia está começando e eu terei um bom dia. Isso só depende de mim.”

 

Farei escolhas conscientes

Uma das coisas que mais me frustram é quando eu acabo derrapando nos meus objetivos tomada por um ímpeto de ansiedade, nervosismo, raiva, cansaço ou qualquer outro sentimento que acabe dominando a minha razão.

É nessas horas que assalto o armário e chupo uma lata de leite condensado, que abro a geladeira e não saio da frente dela enquanto eu não tiver identificado e consumido tudo o que de mais gordo tiver por ali, que paro no primeiro boteco do caminho para comprar um chocolate, uma paçoca e um saquinho de doce de leite que devoro em uma fração de segundos.

Nesta semana, vou me desafiar a romper com esse ciclo pelos próximos 7 dias e fazer mais escolhas conscientes.

Quando bater a loucura e as emoções começarem a me dominar, vou respirar e tentar resolver essas questões de verdade, e não apenas desviar o foco para a comida e me chafurdar num mar de açúcar e gordura.

Se for para comer qualquer uma dessas bobagens, será porque eu realmente estarei querendo, e não para tentar equilibrar um descompasso.

Vou me amar mais e me perdoar

Outra coisa que me dei conta que faço de muito errado comigo mesma é me cobrar excessivamente demais.

Eu não preciso ser perfeita.

Eu não preciso acertar sempre.

Eu não preciso cumprir o tempo todo metas e alcançar resultados.

Eu posso ser mais branda comigo mesma, especialmente quando os resultados não chegarem.

Eu posso ser mais carinhosa comigo mesma, especialmente quando eu não acertar.

Eu posso ser mais amável comigo mesma, especialmente quando eu perceber que eu podia ter feito diferente.

E eu posso fazer isso tudo porque sempre ajo buscando o meu melhor. Então quando algo der errado, eu posso ficar tranquila porque terei a certeza de que fiz o melhor que eu podia fazer naquele momento. E que, por isso, tenho a obrigação de me perdoar.

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A inveja mora mais perto do que você imagina. Cuidado!

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Sabe aquele ditado que diz que inveja é uma m$#@%?

Então, super acredito nisso.

E vou além, coisa ruim só existe em gente ruim.

Então cuidado, viu!

Blinde-se desse tipo de gente.

E não deixe que esse povo te desestabilizar e te tirar do caminho do bem.

Quando começamos a emagrecer (ou quando atingimos o nosso peso ideal), esse tipo de gente fica louca da vida, uma tiririca, porque não conseguem lidar com o sucesso alheio.

E começam a fazer de tudo para te tirar do sério e despertar de novo a Bolotinha Diaba que vive dentro da gente.

Porque, afinal, essa turma não consegue mudar a situação dela.

Beijinho no ombro pra inveja passar longe.kkkk!

Não caia nas provocações não. Ouça e ignore.

Quer ver frases típicas desse tipo de pessoa:

“Nossa, você consegue ser feliz comendo isso?”

“Ai, isso que você come não é comida de gente. Credo, como você consegue?”

“Vamos comer uma pizza hoje e você tem que ir, porque você anda insuportável com essa coisa de dieta”.

“Ai, pra que ir na academia?!? Isso só é gasto de dinheiro porque depois de um tempo todo mundo para de ir.”

“Você acha que está bem, mas ainda é gorda, viu!” (Nêgo fala isso mesmo quando vc já está no imc normal, diminuiu uns 3 números de manequim e o mundo te fala que você já está ótima).

Com todo o meu garbo, intelecto e elegância, hoje em dia ignoro solenemente gente assim.

Em outras épocas, isso ia me desestabilizar, mexer profundamente com a minha autoestima.

Hoje em dia eu nem ligo.

Olho com compaixão para esse tipo de gente, que normalmente tem problemas gravíssimos de autoestima e autoaceitação e sentem um prazer inenarrável em provocar e machucar os outros. Já que não conseguem se suportar, precisam irritar quem está de boa para levarem todo mundo parai mesmo buraco negro onde vivem.

No fim das contas, faça o que é importante pra você e não se importe com o que os outros estão falando. E, para o seu bem, tente manter a maior distância possível dessas almas pouco evoluídas.

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Inspiração: JLo revela seu segredo de sucesso para manter a forma

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Eu acho a Jennifer Lopez uma das mulheres mais lindas e incríveis do showbizz. Para mim, o corpo dela é sensacional, porque se aproxima do que é real e possível para 90% das mortais: ele tem curvas. Ela está longe de ser esquelética, e também não faz o tipo marombeira com os músculos saltando.

Fuçando pela internet achei uma entrevista que ela deu à revista Women’s Fitness, da Inglaterra, sobre seus hábitos alimentares. E sabe o que ela diz?

“Um pedacinho de algo que engorda não vai te matar. O problema é quando você come a caixa toda”, profetiza a musa. “Dá para desfrutar de suas comidas preferidas sem culpa, basta ter sensibilidade e consciência alimentar.”

JLo conta que come de tudo um pouco, mas sempre com moderação. Esse é o segredo de sucesso dela.

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Saiba por que vale a pena beber café antes de se exercitar

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Uma pesquisa publicada no Journal of Applied Physiology (Jornal de Fisiologia Aplicada) atesta que as pessoas que bebem café ou líquidos ricos em cafeína antes do treino rendem mais, têm mais disposição para malhar e se sentem mais satisfeitas com o exercício físico.

O estudo submeteu as pessoas à seguinte rotina: tomar uma xícara de café ao acordar, fazer um pouco de atividade física em seguida, tomar outro copo de café com o café da manhã e uma última dose com o almoço. Os que tomaram café de verdade sentiram os benefícios: mais disposição, satisfação e melhor rendimento. Os que foram submetidos ao placebo (café sem cafeína) não relataram essas experiências.

O estudo constatou também que quem toma cafeína com frequência antes dos treinos também melhora os hábitos alimentares. O levantamento identificou que quem faz isso costuma consumir em média 72kcal a menos do que quem não consome cafeína antes de malhar.

Outro estudo, realizado pelo Australian Institute of Sport (Instituto Australiano de Esporte), descobriu que a cafeína estimula os músculos a usar a gordura armazenada ao invés do carboidrato como fonte de energia. O estudo constatou que os atletas que beberam café antes do treino conseguiram render por 3 vezes mais tempo do que os demais.

Outro levantamento, publicado pelo  journal Medicine and Science in Sports and Exercise (Jornal de Medicina e Ciência do Esporte e Exercício) constatou que ingerir cafeína antes do treino pode elevar sua potência no treino de 5% a 8%.

A cafeína também aumenta os índices de estamina e melhora a performance física, de aocrdo com pesquisadores da Universidade da Georgia (EUA), que também constatou que a substância age como anestésico, bloqueando a dor muscular e a fatiga, o que te ajuda a se exercitar por mais tempo.

Moral da história: a cafeína pode tornar seu treino mais divertido e ainda o impede de comer demais ao longo do dia. Viva!

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Variar para não se lascar: siga essa regra e garanta menos kg e mais energia

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Uma das leis básicas da boa nutrição é variedade.

Eu já ouvi isso de médicos com quem me consultei, de nutricionistas das mais diferentes linhas, de nutrólogos, de grupos de apoio ao emagrecimento do qual participei, do Vigilantes do Peso, li em zilhões de matérias jornalísticas publicadas nos mais diferentes veículos de comunicação, enfim já recebi essa informação  de todo canto.

E, para minha surpresa, eu me dei conta que ando variando muito pouco.

E isso não é bom para a minha saúde e nem para a saúde de ninguém.

A variedade é importante porque cada alimento traz nutrientes diferentes para o seu organismo. E se você estiver ingerindo sempre os mesmos itens, fatalmente estará deixando de dar ao seu corpo nutrientes que ele necessita para funcionar direito.

Eu sei que é difícil, especialmente para quem tem família pequena, que nem eu, mas a gente tem que tentar e se esforçar.

A minha ‘desculpa’ vinha sendo que não  dava para eu variar muito porque senão os alimentos estragavam. Como eu tinha feito, tinha que ingerir.

Isso é bobagem. Hoje existe freezer. Dá para porcionar o que eu preparei e congelar.

No caso dos alimentos frescos, realmente fica mais difícil. Morro de dó de comprar legumes e verduras e vê-los estragarem na geladeira porque eu e meu noivorido não damos conta de comer tudo.

Mais uma vez há alternativas para isso.

No caso dos legumes, dá para congelar também.

Nas verduras, o jeito é comprar porções menores. A gente paga um pouco mais caro, mas pelo menos não desperdiça.

E vamos que vamos, que estou cada dia mais de olho no que eu coloco no prato.

Mais do que ficar com o corpo enxuto e no peso ideal, preciso garantir muita saúde para o meu organismo, para que eu desfrute do bem-estar.

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Abandone 6 hábitos simples e emagreça sem sofrer

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Se você é do tipo que está sempre seguindo a dieta da moda na tentativa de se manter em forma, eis uma má notícia: você não vai conseguir permanecer magra. Pelo menos de acordo com Fiorella DiCarlo, especialista em nutrição ouvida pela revista Women’s Health. De acordo com ela, para finalmente ver seus resultados de emagrecimento perdurarem, você precisa romper 6 hábitos. São eles:

 

Banir um alimento

Todo mundo tem um alimento que não consegue resistir, mas bani-lo totalmente da sua vida só vai fazer com que esse alimento se torne ainda mais atrativo, pelo simples fato dele ser probibido. Na opinião dela, o melhor é comer esse alimento de vez em quando e com moderação (ou seja, ela segue a mesma linha do post que publiquei ontem.)

 

Dormir pouco

A ciência já provou de várias formas diferentes que quem dorme pouco não tem os mesmos resultados de emagrecimento do que quem tem boas noites de sono. Quem dorme mal sente mais fome e fica exposto a mais episódios de destempero.

 

Fazer dietas radicais

Comer só frutas? Tomar só líquidos? Comer só proteínas? Seguir dietas restritas não é saudável e, segundo estudos, elas não funcionam porque desaceleram o seu metabolismo, o que significa que você tem mais chances de ganhar os quilos que eliminou pouco tempo  depois, segundo a especialista.

 

Tomar porres homéricos

Não dá para sair por aí tomando todas e depois encher a cara de comida gorda para controlar a ressaca. A dica da especialista é nunca abusar do álcool e sempre forrar o estômago com alimentos saudáveis antes de tomar uns drinks.

 

Pular refeições

Se você é da turma que acha que se não almoçar, mas jantar algo leve, estará ingerindo menos calorias e, portanto, vai emagrecer mais rápido, você está redondamente enganado(a). DiCarlo conta que os hormônios da fome e da saciedade funcionam melhor quando são estimulados a cada 4 horas. “Se não forem estimulados assim, eles podem te levar a um destempero na próxima refeição, gerando abusos e deixando seu metabolismo confuso.”

 

Comer alimentos sem gordura

A gordura não é uma vilã e precisamos dela para nos sentirmos completos e saciados. Elas também ajudam no transporte de alguns nutrientes vitais ao nosso organismo.

 

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