Alergias alimentares e seus efeitos colaterais 

  
Descobri da pior forma possível que alergia alimentar não é brincadeira: nesse período de festas de fim de ano comi o que os exames mostraram que eu não posso e passei muito, mas muito mal. Confesso que eu não estava botando muita fé nesse lance de eu ter desenvolvido alergia a tanta coisa depois de velha. Mas bastou comer os alimentos que o médico cortou do meu cardápio depois de ter ficado mais de 1 mês limpando o organismo para eu sentir os reflexos da “ousadia”. Meu braço encheu de bolinha, tive dor de estômago, cólica intestinal, diarreia e muitos gazes. Minha barriga inchou pra caramba e está dura, distendida. Pra piorar, tive dor de cabeça contínua por mais de 24h. Não teve Neosaldina nem Advil que me salvasse. Enfim, o mal estar foi horrível e serviu de lição. Aprendi que não dá pra brincar com isso não. O jeito é manter o mais longe possível da minha boca o os grãos em geral (não posso com trigo, amaranto, cevada, grãos em geral, glúten…), feijões, queijos, leites e outras coisinhas mais. O fato é que para passar por aquele desconforto todo de novo, o alimento vai ter que valer muito, mas muito, mas muito a pena. E vamos que vamos! Sobraram muitos alimentos gostosos para eu comer e usar em receitas novas que me façam bem. Também vai ser divertido adaptar as receitas antigas para que eu ingira apenas ingredientes que me caem bem. #saúdeéoqueinteressa #emagrecebolotinha #rumoaocorpoqmepertence #intoleranciaalimentar 

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