Antes e depois da Bolotinha

  

☀️☀️☀️Bom dia!!!! ☀️☀️☀️Esse é meu primeiro antes & depois de cabelos curtinhos (fiquei 20 anos sem cortar e neste ano já tosei 3x!). Viu a diferença de uma foto para a outra? Então, eu venci a obesidade em 2013 com a #dietadukan e desde então tenho conseguido me manter. Não estou mais no peso mínimo alcançado com a dieta (ganhei uns quilinhos), mas estou longe do manequim 46 que eu cheguei a vestir quando estava como na foto da esquerda. Minhas roupas hoje em dia são 38/40, dependendo da loja. Mas melhor do que a diferença na aparência, foi o ganho de saúde. Meus exames mostram que nunca estive tão bem e meu nível de disposição e energia aos 36 anos está maior do que aos 26. Isso me faz seguir em frente na luta por uma vida saudável pra mim. Com menos neuroses, radicalismos e cobranças, com mais amor próprio, aceitação e equilíbrio. Afinal, #saúdeéoqueinteressa #emagrecebolotinha #equilibrioentrecorpoemente #dicadabolotinha 

O melhor de mim para mim 

  
Mais do que a aparência, que melhorou com os quilos a menos, eu amo demais quem eu sou. Da foto da direita para a da esquerda muita coisa mudou, e as maiores transformações não foram fora, mas dentro de mim. Eu descobri minha essência, me fortaleci como pessoa, passei a me valorizar e a me respeitar. Eu me despi de máscaras que vestia para esconder as minhas fragilidades, que hoje não tenho o mínimo problema de admitir, porque elas me humanizam e, por mais contraditório que possa parecer, me fortalecem. Hoje eu sou mais eu. E continuarei a ser cada vez mais eu a cada dia da minha existência. Porque busco o melhor de mim e o melhor para mim. Bom dia!

Paulista emagrece 20kg quando desiste de ser emagrecida. Inspire-se neste caso de sucesso

A paulista Giovana Bilancieri , da cidade de Jaú, emagreceu 20kg e hoje inspira quase 15 mil fãs que seguem seu passo a passo para uma vida mais saudável no Instagram (@gidiariomulherdukan) Fotos: Arquivo pessoal

Quando a paulista Giovana Bilancieri (@gidiariomulherdukan) entendeu que não havia chances ‘ser emagrecida’, pois remédios e tratamentos externos não fariam milagre, ela começou a virar o jogo contra a obesidade. Cada vez mais consciente de que era preciso se dedicar e agir, ela escolheu uma dieta e seguiu em frente.

O caminho para os 20kg que eliminou foi longo. Depois de tantas tentativas sem sucesso para emagrecer, seu corpo não respondia à dieta tão rápido como o de outras pessoas.

“Quando geralmente a maioria emagrece 4kg ou mais em um mês eu ficava na média de 1,5kg/mês”, exemplifica. “Ou eu encarava e aceitava esse meu emagrecimento lento, ou ao invés de progredir apenas iria regredir.”

Mas ela insistiu, persistiu e no dia 20 de julho passará para a fase de estabilização da Dieta Dukan, o que significa que ela está há pouquíssimos dias da etapa final da dieta, em que chegam aqueles que atingiram suas metas e conseguiram manter o ponteiro da balança sob controle por um bom tempo.

Casada e mãe de uma filha, Giovana tem 27 anos e hoje pesa 76kg. Os 96kg que já viu marcar na balança é coisa do passado, como outros velhos hábitos que ela conta para a gente na entrevista abaixo.

 

De que outras formas você já havia tentado emagrecer e por que não deram certo antes?

Giovana Bilancieri – Já tentei diversas dietas, da sopa, dos pontos, contar kcal e usei medicamentos como fluoxetina e Femproporex. Nunca deram certo pois a minha vontade era ser emagrecida, não queria me dedicar, queria que as dietas e medicamentos fizessem o milagre.

 

O que aconteceu de diferente que fez com que desta vez a dieta desse certo?

Giovana Bilancieri – Desta vez eu decidi que daria um novo rumo a minha vida, que não apenas emagreceria mas que iria mudar de estilo de vida, ser uma pessoa saudável, com hábitos saudáveis.

 

Houve algum episódio que te fez dizer “Chega, agora preciso mudar e emagrecer de uma vez por todas”?

Giovana Bilancieri  – Um muito marcante pra mim foi quando após uma consulta rotineira voltei pra casa a pé e passei por uma subida que quando cheguei no topo achei que iria morrer. Ficou tudo preto, faltava ar e meu peito doía. Com muito sacrifício cheguei em casa e precisei de meia hora sentada para conseguir voltar a respirar sem dor. Foi muito triste saber que uma simples subida quase parou meu coração e que era culpa da obesidade.

 

Pra você, qual foi a maior mudança que ocorreu na sua vida durante a fase de emagrecimento e que você vai carregar para o resto da vida?

Giovana Bilancieri – Minha maior mudança é saber olhar para o que estou comendo. Frituras por exemplo foram banidas da minha alimentação, só de imaginar comer aquele monte de óleo me sinto mal. Isso é um exemplo, pois a cada refeição que faço escolho alimentos que irão fazer bem ao meu corpo, e não apenas que vão satisfazer minha fome, que antes matava com muita gordura e carboidratos vazios.

 

Por que você escolheu a dieta Dukan?

Giovana Bilancieri – No inicio foi como se recorresse a minha ultima opção, se não desse certo iria desistir, estava cansada de lutar contra a obesidade. A Dukan estava no inicio ainda por aqui e a vantagem de poder comer quanto quisesse dos permitidos e de poder comer doces adaptados me pareceu muito interessante no momento que ainda tinha a mente de gordinha (risos).

 

Quais foram as suas maiores dificuldades durante a fase de emagrecimento?

Giovana Bilancieri – Minha maior dficuldade foi lidar com meu organismo lento. Acredito que devido a tantas dietas e por ter tomado remédios (venenos) para emagrecer fez com que meu organismo não reaja como das outras pessoas. Quando geralmente a maioria emagrece 4kg ou mais em um mês eu ficava na media de 1,5kg/mês.

 

O que você fez para driblar essas dificuldades?

Giovana Bilancieri- Trabalhei meu psicológico. Ou eu encarava e aceitava esse meu emagrecimento lento ou ao invés de progredir apenas iria regredir. Passei a comemorar cada grama perdida e nunca mais tentei comparar meu emagrecimento ao de ninguém.

 

Você contou com a ajuda de alguém, em especial, durante o emagrecimento?

Giovana Bilancier – Minha salvadora é a Geovana Centeno (@jogaucha2), foi ela quem muito insistiu pra que fizesse a Dukan (conheça a história da Jogaucha neste link aqui). Nos conhecemos pela internet há cerca de 7 anos, temos uma amizade muito sincera e ela nunca desistiu de mim e até hoje me inspira, puxa minha orelha e me socorre quando preciso! Não posso deixar de citar meu marido também, que é o meu apoio na ‘vida real’. Sem ele e se a sua compreensão nos momentos mais difíceis com certeza não teria chego até aqui.

 

Como era a sua rotina de atividade física antes da dieta?

Giovana Bilancieri – Era daquelas que caminhava durante uma semana e depois parava por 6 meses (risos), ou seja não tinha rotina nenhuma.

 

E  agora?

Giovana Bilancieri – Hoje faço musculação de segunda a sexta, de terça e quinta faço também Zumba e aos finais de semana faço caminhadas com meu marido.

 

Há quanto tempo você está na consolidação?

Giovana Bilancieri – Tem 6 meses que estou na consolidação e saio dessa fase agora dia 20 de Julho. Estou tão feliz com isso, será mais uma etapa cumprida.

 

Que dica você daria para quem está começando a dieta?

Giovana Bilancieri – Meu maior aprendizado foi não me comparar NUNCA a ninguém. Quando a gente para de se preocupar com o emagrecimento dos outros o nosso acontece naturalmente. Outro conselho é encare a verdade! Se pese e aceite o fato de que realmente você está acima do peso e terá que reverter isso. Às vezes não nos pesamos ou não nos encaramos no espelho porque não queremos enxergar a verdade, mas para mudar é preciso encarar e aí agir!

 

Qual é sua receita preferida e sem a qual você não fica muito tempo sem?

Giovana Bilancieri – Minha receita favorita é a minha do Pudim dois leites. Ele pode desde o Ataque da Dukan e é muito parecido com o comum. Sirvo aqui em casa pra família e eles nem percebem a diferença! Para conhecer a receita, clique aqui.

 

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Mãe de 5 filhos, Stela emagrece sozinha 54kg e muda totalmente de vida

 

Fotos: Arquivo pessoal

Para quem acha que é impossível emagrecer com filhos pequenos e sem muita grana, Stela do Carmo Cardoso dá uma lição daquelas.

Moradora de Porto Alegre, ela emagreceu sozinha 54kg depois de 5 gestações. Um dia se cansou de se sentir a mulher mais horrorosa do mundo e de estar pesando 136kg. Ao todo, ela emagreceu 54kg. Com os quilos extras foi embora o casamento que ela tinha e que a fazia infeliz. No lugar vieram a autoestima em alta, promoção de trabalho, namorado novo e uma vida completamente repaginada.

Hoje com 82kg bem distribuídos pelos seus 1,80m, ela não cabe em si de tanto orgulho de sua conquista e vive explodindo de felicidade pelo novo corpo que conquistou. Aos 36 anos, essa gaúcha de personalidade está se preparando para fazer uma abdominoplastia em julho, para retirada do excesso de pele que sobrou depois de tamanha perda de peso. Enquanto isso, ela está pegando mais firme na dieta para tentar eliminar mais uns quilinhos.

Quer inspiração e aprender os segredos do sucesso dessa batalhadora?

Leia abaixo a entrevista que ela deu ao blog.

 

Stela, você conta que emagreceu 50kg em 2010 e consegue manter o peso sob controle desde então. Qual é o segredo do seu sucesso?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Policiamento…. Eu me vigio o tempo todo e tenho muito desejo de nunca mais voltar a ser obesa!!!!

 

Na sua opinião, quais foram as ‘armas’ que mais te ajudaram a vencer essa guerra contra a balança?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Determinação, vontade e persistência.

 

Como você se via antes da dieta e como se vê agora?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Eu me via como uma coitada, sem ânimo para nada e com a autoestima zerada. Hoje eu me vejo como uma grande vitoriosa.

 

O que mudou na sua vida à medida que você foi emagrecendo?

Stela do Carmo Cardoso Soares – TUDOOOOOOO!!!!! É incrível como tudo mudou! As pessoas do meu serviço me parando pra perguntar o que eu estava fazendo, autoestima se recuperando, me senti notada, me senti capaz! imaginem sair do zero para o mil de autoestima!!!! Fiquei muito motivada e feliz, vi do que eu era capaz.

 

O que você fez para emagrecer esses 50kg?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Fiz de tudo que vocês podem imaginar. Comecei com a dieta das notas, que nada mais é que contar calorias, me permitindo comer 1.200 calorias dia. Como tinha filhos pequenos e não conseguia sair pra fazer academia, comprei uma bicicleta ergométrica, pedalava uma hora pelo menos 3 vezes por semana. Quando queria ver a balança dar uma mexida maior eu fazia dieta da sopa uns 5 dias depois voltava pras notas. Quando queria dar outro gás, ia pra dieta Dukan, ficava uns 15 dias e daí voltava pras notas. Esses sucos detox fiz de todos. Ou seja, tudo que eu ouvia falar que era bom eu fazia, desde que não fosse prejudicial à saúde.

 

Você contou com acompanhamento médico durante o seu emagrecimento?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Não, a única ajuda que tive foi psicológica de um grupo de emagrecimento no Orkut, em que todas as pessoas estavam atrás do mesmo objetivo, que era emagrecer. Acredito que isso me ajudou muito! Hoje tenho amigas virtuais dessa época.

 

Você tomou remédios para emagrecer esses 50kg?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Não, já havia tentado emagrecer com remédios anos antes e nunca tinha conseguido. Emagrecia um pouco, parava de tomar os remédios e voltava a engordar.

 

Fotos: Arquivo pessoal

Quanto tempo você levou para emagrecer tudo isso?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Uns 10 meses. No começo foi mais fácil. Nos primeiros 3 meses perdi 25 kg. Depois foi ficando mais difícil, perdia de 3 a 5 kg por mês.

 

Você conta que o ganho de peso se deu principalmente após as últimas gestações que você teve. Qual foi a gota d´água para você decidir que daquele jeito não ficaria mais e que iria emagrecer de vez?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Tenho 5 filhos e sempre fui gordinha, mas depois de 3 consecutivos (hoje eles estão com 8, 6 e 4 anos) fiquei mega power gorda. Eu pesava 136 kg e tinha uma vida de m…. , cheia de filhos e me sentindo a mulher mais horrorosa do mundo. Bom, depois que tive o meu caçula comecei a pesquisar sobre emagrecimento e vi algumas histórias que me motivaram. A obesidade já tinha afetado minha vida pessoal, mas não tinha forças pra mudar minha situação. Até que li uma história de uma menina que tinha emagrecido 60 kg. Eu pensei “se ela pode, eu também posso.” Entrei em um grupo de apoio no antigo Orkut e decidi que ia mudar de vida. E foi o que aconteceu e 2010: emagreci mais de 50kg . Dei um pé no marido que me fazia infeliz e aprendi a me amar. Resposta imediata: autoestima lá em cima, promoção no trabalho, namorado novo e vida nova!

 

Quais foram os seus maiores desafios durante essa fase de emagrecimento?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Manter o foco, porque tudo que fazemos é voltado a comilança, todas as festas e confraternizações são movidos a comilanças. E eu, como toda gordinha, gosto de verdade de comer coisas saborosas. Como não dá para deixar de sair, nem de participar de eventos comendo o que tem vontade, o jeito é ter foco para não sair da dieta.

 

Você tem algum segredo para se dar bem nessas ocasiões?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Sempre quando tem festa que sei que terá coisas que amo, eu como em casa antes uma cenoura ou uma fruta. Assim, ao chegar nos lugares, eu como só para matar a vontade mesmo, como muito pouco. Mas se por alguma razão eu não resistir e comer demais, no outro dia tenho que pagar por isso! Como muito menos e me exercito o dobro..Esse é o meu segredo. Além disso, eu penso muito se vale a pena “jacar” depois ter que pagar por isso.

 

Houve alguém que te ajudou neste processo de emagrecimento?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Com exceção do meu marido na época, de quem acabei me separando, toda a minha família me apoiou. O meu ex não queria que eu emagrecesse por ciúmes.

 

Que hábitos você tinha e eliminou de vez da sua vida depois que ficou magra?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Cortei os refrigerantes e as gorduras em geral e também parei de comer até barriga doer.

 

O que você diria para quem hoje está acima do peso e com dificuldades para dar o primeiro passo em direção a uma vida mais saudável?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Que será a melhor coisa que essa pessoa fará na vida por ela! A vida é uma só para perdermos tempo não nos amando.

 

Fotos: Arquivo pessoal

Como é sua rotina de atividade física?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Faço alguma coisa 3x por semana. Ano passado estava fazendo judô, mas agora estou só na caminhada mesmo.

 

Que importância, na sua opinião, a atividade física teve no seu emagrecimento e no resultado que você conquistou?

Stela do Carmo Cardoso Soares – Acredito que acelera o emagrecimento e te dá “pique” e ânimo para o resto do seu dia. Eu me sentia muito preguiçosa antes, não tinha ânimo para nada. Hoje sou muito mas muito ativa, não consigo ficar parada sempre procurando algo pra arrumar ou limpar.

 

Quais são seus objetivos agora?

Eu meço 1,80m e peso 82kg. Há 4 anos mantenho o peso e agora quero emagrecer um pouquinho mais e chegar aos 78kg para fazer uma abdominoplastia. Esse tempo sempre tive o sonho de fazer uma plástica e acho que agora em julho vai. Depois da cirurgia espero me manter em 70kg.

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Inspiração: estudante tira férias para se cuidar e emagrece quase 25kg

 

Carla foi de 82,5kg para 58kg. Fotos: Arquivo pessoal.

A paulistana Carla Almeida Paiva, de 21 anos, nunca se enxergou gorda. Sempre que se via no espelho, se achava bonita, apesar de notar que seu rosto estava mais rechonchudo.

Isso nunca a incomodou, nem o tamanho das calças jeans, que aos poucos passaram de 38 para 40, depois para 42 e, por fim, para 44. Mas, aos poucos, ela foi notando que algo estava errado. Afinal, ela havia alcançado a marca de 82,5kg para seu 1,63 metro de altura.

O que fez soar o sinal de alerta foram os sintomas físicos da obesidade: as pernas doíam e o fôlego não era mais o mesmo. A gota d’água desta estagiária de Sustentabilidade foi olhar para fotos em que o papo debaixo do queixo se sobressaia.

Determinada a dar um basta naquela situação, Carla aproveitou as férias da faculdade para tirar férias também do trabalho e se matriculou em uma academia. De lá para cá, ela emagreceu quase 25kg, tendo saído dos 82,5kg para os inesperados 58kg.

Acompanho a história da Carla há algum tempo, pois ela foi me relatando seus avanços no chat privado da página do blog no Facebook (www.facebook.com/emagrecebolotinha).

Fiquei mais do que feliz quando ela me disse que não apenas tinha atingido sua meta, que era 60kg, mas superado seu objetivo, tendo se estabilizado nos 58kg.

Conheça a seguir mais da história dessa menina de ouro, cheia de determinação e conselhos bons para nos oferecer.

 

Você me disse que se olhava no espelho e via um rostinho gordinho, mas achava bonito e seus olhos te enganavam. O que aconteceu que te fez se olhar e se enxergar de verdade?

Carla Almeida Paiva – Sempre tive tendência para engordar, nunca fui magrinha e nem serei (risos), mas sempre me achei bonita. De uns 3 anos pra cá, fui engordando e não me dava conta. Os números das calças jeans foram do 38 para o 44 e eu não reparava, não ligava para isso. Meus olhos não enxergavam que eu estava daquele jeito, eu me via bonita. O fato é que eu tinha perdido o parâmetro do que eu era no passado. Eu só via o presente e ponto. Esse foi o meu erro, não ter parâmetro para me controlar.

 

Quando e por que você decidiu dar essa virada na sua vida?

Carla Almeida Paiva – Então, tirei férias de 20 dias do meu trabalho e estava em época de férias da faculdade. Fiz minha inscrição na academia para praticar lutas (Muay-Thay e Box), pois a obesidade estava afetando minha saúde e minha autoestima. Não tinha fôlego para nada, mal andava 2 km e já estava exausta. Minhas pernas estavam ficando feias, com veias estourando e manchando minha pele, as roupas não ficavam mais tão bonitas quanto antes e às vezes nem achava meu número. Meu rosto estava parecendo uma bola de tão grande e o que mais me incomodava era tirar fotos e a papa embaixo que parecia um segundo queixo. Por isso que resolvi que tinha que mudar.

 

Como foi dedicar suas férias para fazer atividade física e tentar virar de uma vez por todas a página da obesidade?

Carla Almeida Paiva –Foi ótimo, pois eu sabia que se eu ficasse em casa nas férias, sem fazer nada, iria engordar mais ainda, então quando comecei a praticar lutas, minha disposição melhorou, meu ânimo, minha autoestima, enfim, tudo foi melhorando e hoje me considero outra pessoa, tanto por dentro, quanto por fora.

 

Como você encaixou a atividade física na sua vida depois de voltar de férias?

Carla Almeida Paiva – Eu trabalho próximo à Marginal Pinheiros (zona sul da capital paulista). Meu horário de trabalho é das 9h às 16h30 e faço faculdade das 19h às 22h30. Quando voltei ao trabalho, parei de praticar lutas, não tinha mais tempo de ir para a academia, mas eu sabia que tinha um parque próximo ao meu trabalho e entre 16h30 e  19h eu faço caminhada, o que me ajudou e muito. Muitas pessoas dizem que não têm tempo de fazer caminhada, nem de manhã nem à tarde pois trabalham. Enfim, acho que quem quer dá um jeito, e não desculpas. A pessoa que trabalha das 8h às 18h, caso não tenha nenhum compromisso após o trabalho, pode levar para o escritório uma roupa, um tênis e fazer uma caminhada de 1 hora. Em muitos casos é até melhor, pois não pega o horário de pico de trânsito. Quem tem horário flexível na empresa, aí que não tem desculpa mesmo.

 

Por que você acha que as dietas que você tinha feito antes não deram certo?

Carla Almeida Paiva – As pessoas diziam que eu tinha que comer menos. Ai eu fazia uma dieta durante uma semana sem determinados alimentos, mas não aguentava e comia o dobro na outra semana. Não davam certo pois eu não tinha uma meta, um objetivo, era algo momentâneo, não tinha regras comigo mesma, a comida me controlava e comia por ansiedade e isso acabava comigo, pois qualquer tipo de problema, descontava na comida e no meu corpo.

 

O que você acha que te levou ao sucesso dessa vez?

Carla Almeida Paiva – Minha determinação, pois em uma semana vi que já estava dando resultado, as pessoas estavam notando e me elogiando, enfim, penso que o ser humano é motivado por mudanças e quando conseguimos mudar, não queremos parar mais.

 

Você também conta que por ter emagrecido muito, já virou alvo até de algumas gozações. Como você se sente?

Carla Almeida Paiva – Mesmo as pessoas tirando sarro de mim, eu adoro, pois as comparações são ótimas: Piu-Piu (Cabeça grande, corpo fininho), ET, Tábua, entre outros. Isso mostra o quão foi ótimo o resultado, isso só me incentiva cada vez mais, pois o que importa é que eu me acho linda, estou com minha autoestima lá em cima, pois todo esforço foi por mim. No fundo, NEM LIGO, estou super bem comigo mesma, ouvindo vários fiu-fiu por aí (risos) e claro estou amando!!!

 

Você diz que mudou totalmente seu cardápio, tendo tirado frituras, refrigerantes, doces e outras guloseimas. O que mais você alterou na sua rotina alimentar?

Carla Almeida Paiva –  Hoje posso dizer que aprendi a comer. Tirei frituras, refrigerantes e doces. Em compensação, troquei esses alimentos por outros que fazem eu me sentir melhor. Ao invés de comer um frango frito, como um grelhado que me sacia da mesma forma. O refri deixei de lado e quando tenho vontade tomo uma H2OH ou um suco light. Doces? Troquei por iogurtes, barrinhas de cereais, que são uma delícia, chicletes sem açúcar, enfim, a imaginação é que comanda. Antes comia toda hora e comia errado. Hoje como de 4 em 4 horas porções moderadas e alimentos que me fazem bem. Outro truque que me ajuda muito é pensar hoje o que eu irei comer amanhã para não sair da linha.

 

Você contou com o acompanhamento profissional durante a dieta, como médico e/ou nutricionista?

Carla Almeida Paiva – Não contei com ninguém, isso foi errado, fiz por conta própria.

 

Que dica você daria para outras pessoas que querem emagrecer?

Pratique um exercício, até mesmo em casa. Não passe fome, de nada adianta ficar sem comer por um longo período e depois detonar na comida e que a mudança seja por você, só assim surtirá efeito.

 

Para você, qual é o segredo do seu sucesso?

Carla Almeida Paiva – O segredo para se ter sucesso em tudo é fazer as coisas por você mesmo, a mudança tem que vir de dentro. O mundo pode falar, gritar com você, mas se você não quiser algo, isso não acontece. Faça as coisas por você mesmo, só assim dará certo.

 

Qual será seu maior desafio para manter o peso a partir de agora?

Carla Almeida Paiva – Disciplina para continuar, pois o que vejo no espelho é uma felicidade contínua, mas o que eu como, é momentâneo e não vale a pena eu me perder na comida novamente.

 

O que você pretende fazer para manter o ponteiro da balança sob controle?

Carla Almeida Paiva – Caminhadas diárias e alimentação regrada. Se eu vir que o ponteiro subiu, revejo o que estou comendo e pego mais pesado na caminhada. Tudo só depende de nós, não deixarei que meus olhos me enganem mais uma vez.

 

Foto: Arquivo pessoal

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Falta disciplina para a dieta? Apoie-se na rotina e vença esse problema

Recebo muitas mensagens de pessoas que dizem admirar minha disciplina e minha força de vontade para fazer dieta.

Quer saber de uma coisa?

Eu não tenho tanta disciplina quanto parece.

Tenho sim força de vontade, que me faz adotar uma rotina amiga da dieta.

A rotina é uma excelente aliada para quem não tem disciplina.

Se você se adaptar a fazer algo, dentro de algum tempo esse algo vai se tornar normal e quase automático na sua vida.

Exemplo: se você começa a se levantar todos os dias às 7 da manhã, mesmo quando você quiser dormir até tarde seu corpo vai te despertar cedo, porque ele estará acostumado com essa rotina.

Se você se acostuma a ir ao banheiro todos os dias ao se levantar, seu intestino sempre vai funcionar neste horário.

Se for dormir sempre por volta das 23h, você sempre sentirá sono ao redor desse horário.

Eu adotei uma rotina saudável que me ajuda a manter a dieta mesmo em períodos de pouca disciplina.

Quer ver?

Antes de dormir, preparo minha marmita e meus lanchinhos para o dia seguinte.

Se não tive tempo para cozinhar algo para levar para comer no dia seguinte, já penso na noite anterior em que lugar poderei almoçar para não sair da linha e já escolho mentalmente um alimento, para diminuir o risco de eu sucumbir às tentações dos restaurantes que têm por aí.

Também já programo o meu café da manhã do dia seguinte e deixo tudo meio caminho andado.

Ando com minhas garrafinhas de água de 500ml que vou recarregando ao longo do dia. Bebo sempre uma a hora que acordo, outra pela manhã no escritório, outra na hora do almoço e outra no período da tarde. Com isso, já bato a cota de 2 litros do dia.

Procuro almoçar sempre no mesmo horário: entre 12h45 e 13h. E também como o lanchinho da tarde sempre por volta das 16h/16h30.

Assim diminuo as chances de ter fome fora de hora. E se surge aquela coisa no estômago, é mais fácil identificar se é fome verdadeira ou emocional.

Antes de sair do escritório, por volta das 19h/19h30, como mais alguma coisa, para não chegar em casa comendo as paredes.

E assim consigo muito mais facilmente seguir a dieta, porque ela já faz parte da minha rotina.

O resultado eu vejo na balança: estou com 60,7kg, quase 16kg a menos do que já pesei (76kg).

Quer ver?

Na esquerda eu estava com 72kg (cheguei a pesar 76kg). Na direita, com 60,7kg (tirei no sábado essa foto). Fotos: Arquivo pessoal.

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Inspire-se na Giselli: ela transformou a vida e o corpo em um ano

 

Na luta contra o efeito sanfona e o sobrepeso desde os 18 anos, a analista de comunicação e blogueira Giselli Souza, do Divas que Correm, descobriu na corrida uma forma de ter uma vida mais saudável.

Para conseguir melhorar seu desempenho no esporte pelo qual ela se apaixonou, encarou a reeducação alimentar com uma nutricionista e conseguiu dar uma virada em sua luta contra a balança em 2013.

Já correu duas maratonas (mais de 42km!) e exibe agora de top um corpo enxuto de 61,5kg nas corridas que faz pelo Brasil e pelo mundo. Para quem já chegou a pesar 76kg, é uma respeitável redução de quase 15kg.

Giselli, que está com 33 anos, considera que a atividade física lhe devolveu a vontade de viver e de se cuidar.

“Para mim, não fazia muito sentido emagrecer, pois estava tão deprimida, que nada fazia sentido. Comia para aliviar a barra que eu estava passando, mas na verdade funcionava como um castigo e eu só ficava pior”, explica a moça. “O emagrecimento foi um presente que eu dei a mim mesma, depois de ter recuperado a minha autoestima. Foi aquele acerto final com o espelho e hoje posso dizer: nunca me senti tão bonita!”.

O segredo do sucesso ela conta aqui no Emagrece Bolotinha, em entrevista que me deu nesta semana.

 

A foto da esquerda é de 2012, no início da reeducação alimentar. Reparem nas pernas da Giselli, como estavam mais flácidas, grossas e com celulites. A da direita é de 2013, já no auge dos treinos para maratonas. A blogueira, que criou o Divas que Correm, já serve de inspiração para muitas pessoas que buscam uma vida mais saudável a partir da corrida. Fotos: Arquivo pessoal.

 

Você escolheu emagrecer e usou a corrida para te ajudar no processo de perda de peso ou adotou a corrida como estilo de vida e acabou por emagrecer?

Giselli Souza – Eu adotei a corrida como estilo de vida e o emagrecimento ocorreu de forma lenta e natural. Comecei a correr em 2008 com 76kg e fumando ainda meio maço. Em dois meses correndo, larguei de vez o cigarro, em 2009 comecei a fazer as minhas primeiras provas de 5km e em 2010 comecei a emagrecer por conta própria. Fiz aquele tradicional “fechar a boca”. Diminuí o consumo de doces e, por conta da morte da minha mãe, nem sentia muito apetite. Emagreci nesta época 7kg, mas engordei parte desse peso depois, quando fiquei parada por conta de uma lesão na perna. Voltei aos 72kg e em 2012, quando realmente decidi que queria fazer uma maratona, encarei a reeducação alimentar. Em um ano, emagreci 12 kg, uma media de 1 kg por mês, e finalmente aprendi a comer.

 

Como foi essa sua reeducação alimentar?

Giselli Souza – Eu realmente decidi encarar a reeducação alimentar com uma nutricionista. Esse processo durou um ano e foi bem devagar, com uma perda de peso de 1 kg por mês. E foi um ano intenso do ponto de vista esportivo, pois treinei para duas maratonas (provas de 42km), o que me obrigou a redobrar o cuidado com a alimentação.

 

Quais foram as maiores dificuldades que você enfrentou?

Giselli Souza – Até a reeducação alimentar eu acreditava que se eu corresse 10km teria “passe livre” para abrir uma lata de leite condensado na panela e comer ela inteira (quente!). Na reeducação e nos treinos, a gente descobre que não é bem assim. A má escolha dos alimentos compromete não só na balança, mas na saúde, pois faltam os nutrientes necessários e a probabilidade de ficar doente aumenta. Posto isso, comecei a incluir mais carboidratos nas refeições, o que para mim foi uma dificuldade, pois não gosto do tradicional “arroz e feijão”. Erroneamente ficava só na salada e grelhado e na parte da tarde, quando a fome “ataca”, me entupia de doce. Comecei a comer mesmo sem gostar (ao menos duas vezes na semana) e precisei comprar uma lancheira pra sempre andar com os lanchinhos pra não “esquecer” de comer – pois era acostumada a ficar horas e horas sem nada no estômago.

 

Quais foram os seus segredos para superar essas dificuldades?

Giselli Souza – Substituí todo o carboidrato branco por integral, sempre ando com a lancheira e passei a pesquisar receitas e lanchinhos diferentes para fugir da tradicional “maçã e gelatina”. Hoje em dia existe uma infinidade de produtos saborosos e receitas saudáveis onde é possível manter a dieta de uma forma natural, sem aquela ditadura do “estou de regime”, “não posso engordar”. Mesmo em uma praça de alimentação de um shopping, é possível encontrar opções saborosas e saudáveis. Uma vez por semana, geralmente no sábado ou domingo, me dou de presente algum doce, geralmente chocolate. A porção obviamente é pequena (até porque não aguento mais comer na mesma quantidade), mas faço isso porque acredito que a reeducação alimentar me abriu uma oportunidade de ser magra para o resto da vida. Basta saber equilibrar.

 

Você conseguiu identificar o que te fazia engordar?

Giselli Souza – Sim. Minha ansiedade com a comida, mais especialmente os doces, eram um mecanismo que eu tinha de lidar com os problemas pessoais e a minha falta de autoestima. Não sou uma pessoa 100% resolvida (e acho que nunca serei), mas descobri em mim uma força racional que hoje me faz acreditar que mesmo diante a qualquer problema, não vale a pena me destruir na comida nem em nada que me coloque para baixo. Pelo contrário, quanto mais forte e mais bonita estiver, terei mais força pra sair de qualquer dificuldade que a vida me colocar.

 

O que você fez para combater esse problema?

Giselli Souza – Não fico mais horas sem comer. Uma pessoa com fome faz qualquer coisa, rs. Procuro sempre estar alimentada e com a minha lancheira porque se preciso ficar até mais tarde no trabalho, por exemplo, não vou descarregar o estresse de um dia ruim em uma pizza. Mas sim, vou me alimentar corretamente para no dia seguinte acordar ainda mais cedo e treinar um pouco mais para deixar ali (na academia, no parque ou na piscina) a minha irritação ou tristeza. É colocar para fora o que me faz mal e não para dentro com a comida, entende?

 

Quais foram as maiores conquistas que você teve desde que adotou um estilo de vida mais saudável?

Giselli Souza – Raramente eu fico doente, fiquei mais criativa e disposta no trabalho. Adquiri novamente confiança em mim mesma e voltei a ter prazer de me arrumar, de comprar roupas e correr de top.

 

Que hábitos você adquiriu que pretende levar para toda a vida?

Giselli Souza – Andar sempre de lancheira, comer mais em casa do que na rua e praticar esportes diariamente.

 

Que hábitos que você tinha que abandonou para sempre?

Giselli Souza – Ir em botecos durante a semana, beber e fumar até as 5 da manhã com amigos e ficar no sofá o final de semana inteiro comendo uma lata de brigadeiro e tomando vinho sozinha. Só de lembrar disso me dá calafrios.

 

O que você já tinha feito, ao longo dos anos, na luta contra a balança e que não deu certo?

Giselli Souza – Frequento consultórios de endocrinologistas desde os meus 18 anos, pois mesmo praticando esportes desde criança, sempre tive compulsão por doces e quase sempre descontava a minha ansiedade e frustrações na comida. Tentei shakes para emagrecer, dietas muito restritivas e SPAs. Nunca fui obesa, mas sempre vivi no efeito sanfona e no sobrepeso, pois mesmo praticando esportes, não corrigia a alimentação. Quando meu pai faleceu e eu entrei na faculdade, comecei a fumar e parei de frequentar a academia. Mudei de cidade (eu cresci em Santos, litoral paulista), passei a fazer estágios e sair bastante, o que contribuiu ainda mais para o meu ganho de peso.

 

As mudanças da Giselli são gritantes, não? Foto: Arquivo pessoal

Quando e por que você decidiu que estava na hora de mudar?

Giselli Souza – Minha mãe teve câncer por 12 anos e nesse período descontei muito dos problemas na comida e adquiri hábitos os quais, depois de um tempo, não faziam mais sentido para mim. Aos 28 anos me vi gorda, sem roupas para vestir, com uma mãe doente e um ex-namorado ciumento que me colocava para baixo e dizia que eu não seria capaz de emagrecer, muito menos parar de fumar. Gorda e sem autoestima, comecei a correr e, aos poucos, passei a ter vontade de mudar a minha alimentação para me sentir melhor na corrida.

 

Qual é a importância que a atividade física teve no seu emagrecimento?

Giselli Souza – A atividade física me devolveu a vontade de viver e de me cuidar. Para mim, não fazia muito sentido emagrecer, pois estava tão deprimida, que nada fazia sentido. Comia para “aliviar” a barra que eu estava passando, mas na verdade funcionava como um “castigo” e eu só ficava pior. A corrida me devolveu a vontade de viver, de curtir a vida intensamente, onde mesmo os momentos e situações ruins que acontecem com a gente, se tornam um aprendizado. O emagrecimento foi um “presente” que eu dei a mim mesma, depois de ter recuperado a minha autoestima. Foi aquele “acerto final” com o espelho e hoje posso dizer: nunca me senti tão bonita!

 

Quais outros esportes você pratica além da corrida?

Giselli Souza – Acordo todos os dias às 5h30, tomo café e vou treinar. Faço natação duas vezes por semana, musculação quatro vezes e pilates uma vez por semana. Meu ritmo de treinos é intenso, pois como sempre estou atrás de desafios novos, preciso estar bem condicionada e preparada para eles. Quando tenho tempo, gosto de pedalar também.

 

Qual é a importância de ter o seu marido por perto durante seus treinos, corridas e competições?

Giselli Souza – Conheci meu marido graças ao meu envolvimento com a corrida e tê-lo por perto me motiva bastante (e a ele também). Dividimos nossas vitórias, frustrações no esporte e dificuldades, pois tanto para mim, que tive um passado “baladeiro” de muito álcool e cigarro, como para ele – que já foi obeso mórbido – estar hoje em uma prova ao lado de atletas é por si só uma grande vitória.

 

O que você diria para os maridos, esposas, namorados, namoradas dos internautas que estão querendo usar a corrida como estímulo para emagrecer?

Giselli Souza – Que não depositem toda a responsabilidade do emagrecimento na corrida. O esporte ajuda, mas a solução está na cabeça e, é claro, na boca. Não adianta comer o dobro porque correu e está com fome, pois o efeito será nulo. Aproveite a motivação da corrida para buscar corrigir a sua alimentação e faça isso sem cobranças, pois a perda de peso vai ocorrer de forma natural.

 

O que você sugere para quem quer começar a correr?

Giselli Souza – Comece caminhando duas vezes por semana e aos poucos intercale com trotes. Por exemplo: se você já caminha, caminhe três minutos e corra outros dois. Faça isso por 45 minutos, duas vezes por semana, se possível, em um parque. Depois de um mês, acrescente mais um dia na semana e comece a caminhar dois minutos e correr outros três. Gradativamente vá diminuindo o espaço entre a caminhada e a corrida e no terceiro mês provavelmente você já estará correndo o tempo todo – e certamente não vai parar por aí.

 

A Giselli (@giselli_souza) já foi correr maratona até no exterior. Nessa foto, ela estava em Amsterdã. E olha como está fininha e magrinha! Foto: Arquivo Pessoal

 

Olha a Giselli antes da dieta, com a mãe dela. Mal parece a mesma pessoa, não é mesmo? Foto: Arquivo pessoal

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Servidora pública emagrece 26kg em 10 meses. Veja como

A servidora pública Thaís Nobre S. L. Martins deu um show de determinação e força de vontade e emagreceu 26kg sozinha. Foto: Arquivo Pessoal.

 

A servidora pública Thaís Nobre S. L. Martins, de 30 anos, emagreceu 26kg em 10 meses. Mais do que isso: há meses tem conseguido manter o ponteiro da balança sob controle sem grandes sacrifícios. O segredo do sucesso? “Não abandonar os bons hábitos adquiridos durante o emagrecimento e fazer atividade física”, revela.

Para Thaís, a combinação de uma mente forte com bons hábitos alimentares é o que permite você mudar de vida e atingir seu objetivo. Com 1,82m de altura, ela passou de 99kg para 72kg.

Moradora de Brasília, Thaís conta que o seu maior desafio foi cuidar da parte psicológica.

“Entendi que enquanto eu tivesse raiva de mim mesma as coisas não dariam certo. Precisava parar de me lamentar e lutar para me tornar a pessoa que eu desejava ser”, explica. “Entrei num processo muito grande de mudança interna, de fortalecimento. Foi  uma luta interna, minha comigo mesma.”

E ela contou muitos outros segredos pra gente na entrevista abaixo.

Vale a pena conhecer mais da história dessa vencedora.

Juro, é inspiradora!

 

Emagrece Bolotinha – Você já havia tentado outras dietas antes dessa?

Thaís Nobre S. L. Martins – Lutei com a balança durante toda minha vida adulta. Nas épocas em que estava mais gordinha fechava a boca, emagrecia, e depois engordava de novo. Tentei a dieta dos pontos várias vezes, ela era boa para perder peso, mas não conseguia manter por muito tempo. Fiz também acompanhamento com nutricionista inúmeras vezes, mas nunca me adaptei. Não tinha resultados e desistia. Nunca mudei meus hábitos de verdade.

O que mudou dessa vez?

Thaís Nobre S. L. Martins – Eu me encantei com a possibilidade de fazer uma dieta que tem como proposta “coma à vontade” e “Consolide o peso perdido”. Essas sempre foram minhas dificuldades com dietas tradicionais, eu sou muito comilona e não aguentava passar fome, e vivia no efeito sanfona.  A promessa de solução para essas dificuldades me fez dar uma chance à dieta Dukan. Melhor decisão que tomei na vida.

Você conseguiu seguir a dieta à risca, sem nenhuma derrapada?

Thaís Nobre S. L. Martins – Eu fiquei 6 meses na dieta de emagrecimento, e sim, tive derrapadas. Mas foram somente DUAS: no dia do meu aniversário, em que eu me permiti comer uma fatia de torta e alguns brigadeiros. E saí de férias por 15 dias, depois de mais ou menos 4 meses de dieta. Tentei me alimentar bem, mas estava viajando de moto pelos EUA, então não podia escolher muito o que comer. Engordei 3kg que foram eliminados em menos de uma semana quando voltei, e continuei firme até chegar na minha meta.

Eu realmente acredito que quem precisa perder peso não pode ter dias “off”. Tem que fazer a dieta 7 dias por semana. Situações incontroláveis vão aparecer, e nelas é ok derrapar. Mas temos que tentar manter o controle o máximo possível, não é porque você tem uma festa pra ir que pode sair da dieta. É preciso planejamento e compromisso. No meu caso, foram apenas essas duas situações, que não atrapalharam o meu processo como um todo.

 

Quais foram as maiores dificuldades para alcançar o seu objetivo?

Thaís Nobre S. L. Martins – Na parte “prática” da dieta, conciliar vida social com a alimentação correta. Sou casada, nossos programas sempre envolvem comida. Com família, amigos, a dois. Enquanto eu estou em casa ou no trabalho controlo o que como, mas comer na rua nem sempre era fácil.

Mas meu maior desafio, e o que considero fundamental para o sucesso, foi cuidar da parte psicológica. Entrei num processo muito grande de mudança interna, de fortalecimento. Sofri diversas vezes com as comidas que recusei, e me odiei por ter me deixado engordar tanto e estar passando por esse sofrimento. Meu marido ama chocolate e eu tive que aprender a vê-lo comer uma caixa de BIS ou uma panela de brigadeiro ao assistirmos a um filme e simplesmente ignorar, comer aquilo não era uma opção. Ele me apoiava demais, mas algumas restrições eu não podia impor a ele, sabe? Então foi uma luta interna, minha comigo mesma.

 

O que você fez para superar essas dificuldades?

Thaís Nobre S. L. Martins – Sou abençoada por contar com uma família e amigos maravilhosos, que me apoiaram muito. Passamos a escolher restaurantes com opções “que a Tha pudesse comer”, ou eu em reuniões de família sempre faziam algo diferente pra mim. E quando não tinha jeito, como em aniversários de criança, por exemplo, eu carregava marmita. Sem me preocupar com a opinião de quem não me conhecia, levava minha comida na bolsa e comia quando tinha fome. Eu tinha um objetivo e faria o que fosse preciso para alcançá-lo.

Quanto ao psicológico, a primeira coisa que fiz foi me perdoar. No carnaval desse ano (já estava há quase dois meses na Dukan) eu passei 4 dias recusando churrasco, feijoada, bebidas… no final do feriado eu estava destruída por dentro… Sentei na varanda da minha casa e chorei, chorei, chorei. Mas entendi que enquanto eu tivesse raiva de mim mesma as coisas não dariam certo. Precisava parar de me lamentar e lutar para me tornar a pessoa que eu desejava ser.  Essa força interna é o que te ajuda a não furar a dieta, a cozinhar quando está morrendo de cansaço, a ir pra academia mesmo nos dias de preguiça. E à medida que os resultados apareceram, voltei a me amar, e todos os hábitos que no início exigiram muito de mim passaram a ser naturais. Porque eram eles que me faziam feliz, então não tinha mais sofrimento, só alegria.

Foto: Arquivo Pessoal

Durante o processo de emagrecimento, você conseguiu identificar o que te fazia engordar?

Thaís Nobre S. L. Martins – O que me fazia engordar era a alimentação desequilibrada e a cabeça fraca. Excesso de carboidratos refinados e açúcar. Fui criada com essa alimentação errada. Depois de retirá-los da minha vida com a Dukan, percebi o quanto me faziam mal. Esses alimentos te colocam num círculo vicioso, do qual é muito difícil sair. Você sempre quer comer mais e mais. Agora eu realmente me reeduquei, aprendi, e não pretendo voltar a me alimentar daquela maneira.

E, claro, estar com a cabeça no lugar é fundamental. Aprendi a controlar minha ansiedade, a não comer por impulso ou para compensar frustrações. A combinação de uma mente forte com bons hábitos alimentares é o que permite você mudar de vida e atingir seu objetivo.

 

Você emagreceu 26kg. Quanto tempo você levou até chegar a esse resultado?

Perdi 23kg em 6 meses. Comecei a dieta em 1/1/2013 e entrei na consolidação no dia 1/7. Nos primeiros dois meses de consolidação perdi mais 3kg, e desde então venho mantendo.

Quais são seus segredos de sucesso para manter o ponteiro da balança sob controle?

Não abandonar os bons hábitos adquiridos durante o emagrecimento e fazer atividade física

 

Qual hábito que você tinha antes e que agora conseguiu exterminar de vez da sua vida?

O chocolate. Eu comia chocolate compulsivamente, em excesso, todos os dias. Passei seis meses sem colocar um pedaço na boca. Aprendi a gostar do cacau sem açúcar, e ele consigo apreciar com moderação. Ainda não comi chocolate normal esse ano. Me arrisquei num 80% cacau, depois que tinha emagrecido, mas tive medo de perder o controle tb. Tem algo muito louco nesse alimento, que me tira do eixo, rsrsrs. Então eu tirei mesmo da minha vida.

 

Qual hábito você adquiriu com a dieta e vai carregar para a vida?

O controle dos carboidratos. Com a tendência que tenho para engordar, preciso consumir carboidratos de forma responsável. Durante o emagrecimento só consumia o farelo de aveia. Hoje, na minha rotina só entram carboidratos integrais e de baixo índice glicêmico, como o farelo de aveia, farinhas funcionais, batata doce, mandioca e milho. Farinha de trigo não consumo, tento minimizar a ingestão de glúten. Apenas nas minhas refeições de gala que me permito fugir um pouco disso.

 

Você tem alguma receita da qual não abre mão ou fica sem?

Todos os dias como bolo de farelo de aveia no lanche da tarde. Acho que deixa a rotina mais “leve”, sem cara de dieta, rsrs. Eu amo bolo e essa foi a forma que encontrei de incluir prazer na minha rotina alimentar. É uma receita bem simples, que aprendi com a minha amiga Juliana Caiado (que tem cada receita de bolo Dukan de enlouquecer!). A receita do bolo de limão é:

4 ovos/1 pote de iogurte natural desnatado/ 8CS de leite em pó desnatado/ 1 pacotinho de suco em pó sem açúcar sabor limão/ 4CS de farelo de aveia/2CS adoçante culinário/ 1CS fermento químico. Bater todos  os ingredientes no liquidificador, deixando o fermento por último. Distribuir em 12 forminhas de cupcakes, levar ao forno pré-aquecido a 180° por 30 minutos.

O bolo de limão com farelo de aveia é a receita da qual Thaís não abre mão. A receita ela divulga aqui para a gente e também no seu Instagram (@thasund). Foto: Reprodução Instagram

🙂

Olha que legal:

A Thaís deu entrevista semana passada para o Rodrigo Faro, no programa O Melhor do Brasil. Fiquei triste porque ela veio até a Record e não conseguimos nos encontrar e falar pessoalmente. Mas super feliz pelo fato dela estar inspirando mais e mais gente. Nesse vídeo, ela aparece a partir do minuto 15:10. Se quiser saber mais da dieta Dukan, é só voltar para o minuto 10:23.

 

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Bióloga de 57 anos muda de corpo e de vida em 4 meses

 

Aos 57 anos, Néia emagreceu 11kg, venceu o hipotiroidismo, colesterol e triglicérides. Hoje é fenômeno no Instagram, onde posta suas receitas como @neiacal e é seguida por mais de 15 mil pessoas. Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal.

 

Emagrecer não é fácil pra ninguém. Muito menos pra quem já passou dos 50 anos e tem problemas de tireoide, a glândula que regula os hormônios que agem diretamente na perda e ganho de peso. 

Mas a bióloga Sidnéa Fiori Caldeira, de 57 anos, conseguiu. Casada e mãe de dois filhos adultos, ela é prova viva de que não há idade e nem problema de saúde que resista à força de vontade e desejo de vencer. 

Conhecida como Néia, ela começou a engordar por causa do hipotireoidismo, doença que faz com que o metabolismo fique mais lento. A esse problema, somou-se alterações no triglicérides e no colesterol. 

Depois de fazer um tratamento médico, ela conseguiu regular as doses hormonais e parou de engordar. Mas o peso adquirido, não ia embora de jeito nenhum. Foi aí que ela decidiu fazer uma dieta, inspirada em uma amiga que emagreceu 20kg.

De lá para cá, Néia eliminou os 11kg que tinha sobrando, recuperou a autoestima e colocou em ordem a saúde, pois todos os seus exames laboratoriais voltaram ao normal.

Maga na cozinha, ela faz sucesso na internet com as receitas que adapta para a culinária light e low carb (baixo teor de carboidratos).

Veja o que ela contou pra gente e inspire-se em mais essa história de sucesso.


Emagrece Bolotinha – O que te levou a tomar a decisão de iniciar a dieta? Foi o hipotiroidismo?

Sidnéa Fiori Caldeira – Fui ganhando peso lentamente e também me sentia muito desanimada. Minha ginecologista descobriu que eu estava com hipotireoidismo e me alertou que se eu não tomasse alguma atitude, a cada dia ficaria pior. Consultei uma endocrinologista, comecei o tratamento e, depois de quase dois anos, foi acertada a dose hormonal e então parei de engordar, mas o peso adquirido antes e nesse período não conseguia eliminar, daí resolvi fazer uma dieta.

 


Como você escolheu a dieta que ia seguir?

Néia – Tenho uma amiga que havia eliminado 20 quilos e me falou sobre a dieta Dukan. Fui atrás e comprei o livro “Eu não consigo emagrecer”, do Dr. Pierre Dukan. Também fiz pesquisas na internet e encontrei alguns blogs de pessoas que faziam a dieta e fiquei super empolgada.

 


 Como foi entre a escolha do método que usaria para emagrecer e o início propriamente dito da dieta? 

Néia –  Marquei uma data para o início, uma segunda-feira, 5 de novembro de 2012. Eu e mais duas amigas do trabalho combinamos de começar e fazer juntas. Para a minha surpresa e alegria, sem combinar nada, o meu marido resolveu entrar junto nessa luta. Como foi uma decisão dele, acabou sendo um super incentivo para mim. Na sexta feira anterior, em nosso local de trabalho, acabamos com todo tipo de comida que não era permitido, literalmente comemos tudo, e combinamos de só levar o que era permitido. Cheguei até a ouvir de um colega a frase: “Ah, Néia, você não vai conseguir seguir essa dieta, porque não pode comer macarrão…”. Ele sabia da minha paixão por macarrão e isso aumentou ainda mais o meu desafio. No domingo me despedi com um risoto, vinho, sobremesa, afinal, já imaginava que não seria fácil, mas brindamos ao nosso futuro sucesso.

 


Em quanto tempo você atingiu seu objetivo?

Néia – Foram quase 4 meses com muito foco, e todos conseguimos atingir nossa meta, eu, meu marido e as minhas duas amigas. Hoje todos mantemos o nosso peso. Aliás, o fato de fazermos em grupo foi uma situação bastante positiva, pois a todo o momento conversávamos, trocávamos experiência e nos apoiávamos.

 


Qual foi, na sua opinião, a(s) maior(es) dificuldade(s) que você enfrentou durante a fase de emagrecimento?

Néia – A maior dificuldade com certeza é a vontade que você passa, pois cortar o que estava acostumada a comer no dia a dia não é fácil. Outra dificuldade são as saídas com os amigos, pois alguns acabam te rotulando de chato, ao pedir algo totalmente diferente do grupo, e sempre diziam: “dieta não pode ser assim, só por hoje pode…”. É bem difícil esta parte, pois alguns que não conhecem a sua dieta não entendem.

 


 Como você superou essa(s) dificuldade(s)?

Néia – Os amigos, logo perceberam que eu estava determinada e não se importaram mais. Outro fato é que todos que faziam esta dieta diziam, nesta dieta você não passa fome, mas vontade você passa, então decidi não passar vontade. Daí entrou a minha criatividade na cozinha, se tinha vontade de comer lasanha, macarrão, inventava um para a dieta, se tinha vontade de comer sushi, adaptava para a dieta, e criei pães, pizzas, tortas tudo adaptado para a fase de emagrecimento da dieta dukan.

 


O que mais te motivou a manter a linha durante a fase de emagrecimento?

Néia – Com certeza, visivelmente os resultados e os elogios do marido, que levaram a minha autoestima lá em cima. Outro ponto positivo foi quando voltei na endocrinologista e os exames de colesterol, triglicérides e outros, que há anos estavam acima dos níveis adequados, estavam normais. Isso sim para mim foi o grande ganho e incentivo para continuar firme.

 


 Você sempre cozinhou? Como funciona o seu processo de criação e adaptação de receitas ao método Dukan ou versão light?

Néia – Cozinhar para mim sempre foi um prazer, uma arte, sempre gostei de criar e testar receitas novas, com a dieta isso foi muito legal, pois aguçou muito esse meu lado criativo e todo tempo de folga eu queria ir para a cozinha e inventar ou testar algo.

 


Na sua opinião, quanto do seu sucesso na dieta você deve aos pratos que inventou e criou?

Néia –É difícil quantificar esse tipo de coisa, mas meu marido, que foi minha cobaia neste processo, sempre brincava dizendo, que é muita sorte viver ao lado da “master chef” Néia e que a dieta ficou muito mais prazerosa, pois eu sempre me preocupei em montar pratos que não tivessem cara de dieta e variar o cardápio.

 


 Quais são suas preparações preferidas? Poderia compartilhar as receitas conosco?

Néia – Minhas preparações preferidas são os pães e entre eles o “pão super fibras”, batizado pelo meu marido. Esse pão me acompanha sempre e faz muito sucesso com minhas seguidoras no Instagram (@neical). As pizzas, uma que dei o nome de crocante, que gosto muito, e o escondidinho de couve flor que é apreciado por todos. Tem também a lasanha de berinjela. Tem a empadinha de Proteína Isolada de Soja (PIS).

 


E a proteína isolada de soja (PIS) pode na Dukan?

Néia – Essa farinha (PIS) não possui carboidratos e quebra um galho nas receitas. Fui eu que testei e introduzi na dieta, e tive o aval do Dr. Dukan, quando ele veio ao Brasil, para usar essa fibra de soja como ingredientes nas receitas, e hoje muitas pessoas usam. Todas essas receitas têm no meu Instagram (@neiacal) e no meu blog.

 


 Como é sua rotina de exercícios?

Néia – Antes da dieta, fazia apenas caminhadas, mas sem ritmo e falhava muito. Com a dieta, isso entrou de vez na minha vida. Comecei com caminhadas, depois alternei com corridas, e hoje já participo de corridas de 5 km e me apaixonei por essa atividade. Mas antes procurei um cardiologista para uma avaliação, pois afinal não sou jovem para me aventurar e atualmente estou fazendo um pouco de musculação.

 


 O que você diria para motivar uma mulher na casa dos 50 anos que está com dificuldades de emagrecer?

Néia – Que basta querer que conseguiremos. Se não consegue sozinha, procure a ajuda de um profissional da área, independentemente da idade ou de algum distúrbio hormonal ou hipotireoidismo, que com determinação, todos conseguem. Eu sei que a minha luta, foi difícil, mas quem quer fazer, não pode arrumar desculpas.

 


Néia conquistou seu objetivo em 4 meses e contou com o apoio e ajuda de seu marido, que por livre e espontânea vontade aderiu ao projeto dela.

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