Consumo consciente e amor próprio: tudo de bom! 

  
Esperei a liquidação e me dei bem! Consegui comprar todas as roupas que eu amei da lista que a @assinaturadeestiloconsultoria escolheu pra mim durante o meu processo de consultoria de imagem com descontos de até 60%. Agora não tenho o porquê comprar nada por um booom tempo. Finalmente estou pronta pra entrar no #desafiodocloset da minha amiga @dinheiro_com_atitude e ver quanto tempo consigo viver sem comprar nada e sem repetir nenhum look. Vou economizar à beça e postar todas as minhas produções no painel “Looks da Bolotinha” que criei no www.pinterest.com/ebolotinha . Se uma peça no visu estiver diferente, já vale como um novo look. 😊 Quantas produções será que meu novo guarda-roupa suporta? Eu acho que uns 60 dias sem repetição ele aguenta. E olha que mesmo depois dessas últimas compras ele está 30% menor do que era antes do trabalho de Personal stylist que fiz para melhorar minha autoestima e minha autoimagem pós-emagrecimento (já não sabia mais o que me caia bem e o que me valorizava depois de sair do 46 para p 38). Vamos que vamos! Consumo consciente e amor próprio é tudo! #lookdabolotinha #emagrecebolotinha #rumoaimagemqmepertence 

Reality da Bolotinha: descobri que meu corpo é proporcional!  

Gente, para tudo! Quase tive uma síncope quando descobri que meu corpo é totalmente proporcional. Eu sempre achei que eu era esquisita, que minhas pernas eram mais curtas do que meu corpo, que minha cintura era deslocada para baixo, que meu quadril era mais estreito que meus ombros, etc, etc, etc… Mas não é nada disso!!! Eu sou 100% proporcional. Choque de realidade!!! Meu mundo caiu!!! Quanta fantasia a gente alimenta na nossa mente, não é mesmo? Praticamente posso usar tudo, qualquer tipo de roupa, porque não há nada que eu realmente precise anular visualmente em mim. Nem a barriguinha que tanto me incomoda é um problema de imagem, de acordo com as meninas da Assinatura de Estilo (@assinaturadeestiloconsultoria), que estão me dando consultoria para ver se eu resolvo de vez essa imagem distorcida que tenho de mim mesma. A única área do meu corpo que vamos trabalhar para amenizar é o peitoral, porque me incomoda o tamanho dos meus seios. Não vamos disfarçar nada, nadinha de nada além disso nas minhas roupas. Elas também identificaram quais são as cores que mais me valorizam, para que eu possa escolher melhor as peças que visto e parecer cada vez mais bonita e harmoniosa.
Funcionou assim: elas foram em casa e, à luz do dia, avaliaram minha cor sem maquiagem nenhuma. Elas usaram placas coloridas e foram verificando quais cores mais me ‘acendiam’, me deixavam mais viva e bonita. Depois de testar várias possibilidades chegaram à conclusão que minha paleta de cor é de inverno. Olha que bonita que ela é!
Para ver minhas proporções, elas amarraram um cordão na minha cintura e usaram dois paus para ver se eles ficavam alinhados ou se abriam mais para um lado ou para o outro. No meu caso, tudo ficou alinhado, o que prova que meus ombros são proporcionais ao meu quadril, que minha cintura está no meio do meu  tronco e que minhas pernas têm o mesmo tamanho que meu tronco.
Elas ainda aproveitaram que estavam em casa para já dar uma olhadinha no meu guarda-roupa. Já puderam ver o que terão pela frente e me deram algumas dicas que pretendo usar nos próximos dias. Porque o processo de transformação já começou, né!
Foi muito, mas muito legal. Até porque agora não tenho mais argumento para dizer que tenho um corpo esquisito e que tenho algo de errado comigo. Choque de realidade faz bem, viu! Mas dói. Estou meio zonza de tanta informação. Mas vamos que vamos! Hei de vencer essa minha maldita distorção de imagem. Quero me enxergar como realmente eu sou.
Leia os outros textos do “Reality da Bolotinha – a saga rumo à imagem que me pertence” neste link aqui.

Reality de transformação visual right now!  #bolotinharepaginada !!!!

Essas são as consultoras de estilo que trabalharão comigo. À esquerda, Carla Catap. À direita, Carol Caliman.

Essas são as consultoras de estilo que trabalharão comigo. À esquerda, Carla Catap. À direita, Carol Caliman.

Genteeeem, para tudo!!! Lembra que eu comentei que ia me encontrar com duas consultoras de imagem que eu tinha achado bem bacanas para ver no que dava? Pois bem, fui e A-M-E-I!!! Fechei com a empresa delas, a @assinaturadeestilo, um processo de transformação visual, com foco no meu resgate de autoestima e melhora da minha autoimagem. Vai ser um reality de transformação visual, kkk! E vou contar tu-di-nho aqui pra vocês. 🙂 Estou otimista que com essa ajuda vou conseguir resolver de vez meu problema de distorção de imagem. Quero muito me enxergar como realmente eu sou, me sentir mais bonita, valorizar o que tenho de melhor e me amar cada vez mais.

O processo é longo: vai levar mais de um mês até ser concluído. A próxima fase consiste em eu responder um questionário para que elas possam me conhecer melhor e terem condições de identificar pontos da minha personalidade que influenciam (ou deveriam influenciar) no meu estilo de vestir. Depois elas vão mapear quais são as cores que mais me valorizam e ‘escanear’ meu corpo, para entender quais são as minhas proporções e se há algo que precise ser disfarçado visualmente.

Mas não para por aí não! Vai ter um momento que elas vão limpar meu guarda-roupa, sugerindo o que vai para doação, o que vai para ajustes na costureira e o que permanece no armário. Depois desse ‘detox’ do guarda-roupa, chegará a hora de ir às compras. Como boa pão-dura que sou, fiquei preocupada com essa etapa. Mas elas me garantiram que não precisarei comprar nada, nenhuma blusinha se eu não quiser. A ideia é mais aprender como escolher peças que me valorizam e saber descartar as que não caem bem no meu corpo do que estourar o limite do cartão de crédito.

Ufa… Por fim, elas voltarão na minha casa para montar de 20 a 30 looks com as roupas que sobreviverem a esse processo todo.

Não é um máximo? Estou super empolgada. Agora entro na fase #bolotinharepaginada #lookdabolotinha #realitydemoda #novovisual #assinaturadeestilo  #rumoaimagemqmepertence

Autoimagem distorcida: eita inimigo perverso e difícil de vencer!

Um dos meus maiores inimigos sempre foi a distorção de imagem.

Eu nunca me vi tão gorda quanto eu realmente fiquei.

Eu me achava fofinha, cheinha, mas nunca me enxerguei como obesa.

Pesar 76kg em um corpo de 1,59 metro me colocou no grau I de obesidade, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma vez que meu IMC (índice de massa corpórea)  estava acima de 30.

Mas eu não me via assim.

Sempre tive a habilidade de ‘disfarçar’ o que eu achava que eram apenas algumas gordurinhas a mais.

E, sempre que eu disparava a comer, fugia da balança para não ter que me deparar com a triste realidade de ter ganho peso. Mais do que isso, eu escolhia estrategicamente as roupas mais largas e elásticas para que nada desse indícios de que eu havia ultrapassado os limites.

 

Eu nunca me vi como eu me vejo hoje nessa foto aí embaixo.

Eu estava obesa, mas só me achava gordinha.

Pura distorção de imagem.

 

Essa é a foto mais gorda que eu localizei. Óbvio que foi no álbum de amigos, porque esse tipo de imagem eu deletava da máquina de quem quer que fosse. Foto: Amanda Brum

Essa é a foto mais gorda que eu localizei. Óbvio que foi no álbum de amigos, porque esse tipo de imagem eu deletava da máquina de quem quer que fosse. Foto: Amanda Brum

Mas tem uma hora, colega, que não tem como fugir da realidade.

A ficha de que eu estava fora de qualquer parâmetro só caiu quando eu recebi senha preferencial num laboratório de exames clínicos.

A atendente achou que eu estava grávida. Na verdade, BEEEEEEEM GRÁVIDA.

Mas não tinha bebê. Só tinha banha mesmo.

E eu nunca me enxerguei assim.

Não bastasse esse balde de água fria, nessa mesma semana um senhor se levantou no metrô para me ceder o lugar.

Aí foi o fim.

Eu não tinha mais como negar que eu havia me perdido, que eu estava fora de qualquer parâmetro. E comecei minha luta definitiva contra a balança.

 

Passados quase 2 anos, posso celebrar a eliminação de 16kg.

Mais do que ver o ponteiro da balança descer, vi meu corpo encolher. Roupas que não me serviam há séculos saíram do fundo do armário e entraram no meu novo corpo com folga.

Voltei a comprar calças tamanho 38.E minhas blusas, que antes não fechavam nem com reza brava por causa da minha comissão de frente avantajada mesmo sendo tamanho GG, agora são M e, dependendo da confecção, até P.

Mas a safada da distorção de imagem ainda continua por aqui.

Eu não consigo me apropriar ainda das minhas vitórias.

Eu ainda me vejo muito mais gorda do que dizem que eu estou.

Hoje fui surpreendida por uma moça que, na maior naturalidade, disse que eu não precisava mais fazer dieta.

Mal pude acreditar.

Há 2 semanas foi a vez de uma outra moça, que lida com obesidade, me dizer que nem precisava me pesar para saber que eu já estava no peso ideal e que não tenho quase nada a perder.

Mas eu não consigo ainda enxergar isso.

Eu ainda me vejo muito maior do que dizem que estou.

 

Foto: Amanda Bru

Essa foto tirei neste fim de semana. Fiquei feliz porque voltei a vestir com conforto o menor vestido que tenho no guarda-roupa. Ele é tamanho 38. 🙂 Foto: Amanda Brum

Como vencer isso?

Não sei ainda.

Minha terapeuta diz que tenho que me conectar cada vez mais comigo mesma, me observar cada vez mais, me aceitar e me valorizar como eu sou. Ou seja, praticar o meu amor próprio.

Estou tentando.

Ainda não sei se vai dar certo, mas não entrei nessa parada para desistir.

Porque sei que isso só vai me fazer ainda mais completa e feliz.

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Você é uma "body shame friend" ou faz parte de um grupo desses?

Nos Estados Unidos identificou-se uma nova – e preocupante – tendência batizada como “body shame friends”.

Em uma tradução livre, seria  o mesmo que dizer “amigas com vergonha do próprio corpo”.

São, em sua maioria, meninas e mulheres que, quando juntas, ficam falando mal e criticando seus próprios corpos.

Óbvio que nessas rodinhas de críticas aguçadas sobre a autoimagem sobra também alfinetadas às outras amigas e conhecidas que não estão com o corpo, vamos dizer, seco esturricado devido a ausência quase total de gorduras.

Cuidar da própria imagem é importante para que a pessoa não se perca em falsas ilusões. Observe-se bem no espelho, faça como as famosas e tire fotos suas no espelho (só não precisa postar no Facebook, kkk), peça para pessoas queridas também tirarem fotos suas, e use essas imagens para que você enxergue quem você realmente é. Isso ajuda a diminuir as distorções que se criam na autoimagem especialmente de quem está emagrecendo rápido. Foto: reprodução/imagens do Instagram

Analise essas situações:

  • A nêga está magra pra dedéu, com percentual de gordura abaixo de 15%, sem um pneuzinho, e solta o tempo todo que precisa emagrecer porque está com barriga.
  • A outra já está no IMC mais do que normal e diz que não tem coragem de colocar biquíni porque suas pernas estão cheias de celulite. Mas você olha, olha, e não enxerga nada.
  • A terceira emagreceu quase que um adulto, de tantos quilos que conseguiu eliminar, mas não consegue enxergar a hora de parar e não deixa um segundo a dieta de lado, querendo baixar mais e mais o ponteiro da balança, por mais que já esteja parecendo uma caveira de tão magra.
  • Sem contar com aquela que sempre foi magra de doer, mas ainda assim faz questão de estar em dieta, porque tem sei lá o que no corpo dela que ainda não está legal.

Quem é que não tem amigas que se comportam assim?

Ah, fala sério!

Gente assim não dá não! 

Um estudo recente da Universidade Texas A&M descobriu que a competição entre colegas – e não hábitos incutidos na sociedade pela mídia ou pela televisão – é que estava mais influenciando na autoimagem negativa das americanas e levando a desordens alimentares como anorexia e bulimia.

Então, colega, tome cuidado com quem andas.

E cuide para você não ser uma má influenciadora no seu círculo de amizades. 

Como anda a sua autoimagem?

Você não tem se exigido demais não?

A pessoa que você enxerga no espelho é de fato a pessoa que os outros veem pelas ruas?

Você não tem reclamado demais para as pessoas com as quais você convive a respeito de coisas que gostaria de mudar no seu corpo?

Gente que está em processo de emagrecimento costuma perder o contato com a realidade de sua imagem.

Especialmente se o emagrecimento é muito rápido.

É preciso se observar muito e contar com a ajuda de pessoas que te amam de verdade para não perder o contato com a realidade.

Eles vão poder ajudá-la a identificar se você está com uma imagem distorcida de si próprio(a).

Tem gente que se vê muito mais gorda do que está.

Tem gente que se enxerga muito mais magra do que é (esse é o meu caso, inferno!).

É fundamental calibrar a imagem real com aquela que você enxerga na frente do espelho.

Mas, o mais importante durante esse processo todo, se ame mais do que tudo.

Ainda que você esteja fora do seu peso ideal, com uns pneuzinhos a mais e meio apertada nas suas roupas dos sonhos, lembre-se sempre que você é muito mais do que um corpo.

Você é um ser humano completo, com muito valor dentro de si, por isso durante a vida você atraiu tantas pessoas legais para perto de você.

Por isso sua família te ama e te quer bem.

Então, se queira bem também e não se cobre demais.

Faça a sua parte para se sentir melhor consigo mesmo(a), mas não persiga padrões de beleza inalcançáveis.

Esqueça os padrões.

Vá atrás do que fica belo e é bom para você.

Só você é quem vai saber.

#emagrecebolotinha #rumoaocorpoqmepertence

 

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