Após desistir da cirurgia, amiga emagrece sem sofrer. Conheça o segredo

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Lembra que eu contei a história de uma amiga que estava tão desesperada que queria operar pra emagrecer? Pois bem, depois de conversarmos e de eu publicar o texto que linko no final deste post, ela desistiu da cirurgia e fez o exercício de comer o que ela imaginava que teria que comer se tivesse ido para a faca de verdade. Quer saber o que aconteceu? Ela emagreceu quase 5kg sem sofrer. E, melhor que tudo: ela está bem como eu nunca tinha visto antes: mais centrada, serena, consciente de quem é é do que quer da vida. Viu só! Tudo é possível, basta a gente acreditar e fazer acontecer. História da amiga está no link http://goo.gl/qGJ0MH). #emagrecebolotinha #rumoaocorpoqmepertence

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Você vai me matar se eu fizer cirurgia pra emagrecer?

Toca o telefone.

“Amanda, você vai me matar se eu fizer a cirurgia pra emagrecer?”

“Claro que não, amiga”.

“Jura? Eu tinha certeza que você ia querer me matar”.

“Tá louca? Por que eu faria isso? Mas, me diz uma coisa, o que te levou a pensar na cirurgia?”

“Quero colocar o balão gástrico para ver se finalmente consigo emagrecer. É que eu não aguento mais tentar tantas dietas e não chegar a lugar nenhum. Acho que eu não suportaria mais um fracasso.”

“Amiga, não tenho nada contra o balão gástrico, nem contra a cirurgia bariátrica. Mas quero entender direitinho o que está acontecendo. Podemos almoçar esta semana para conversarmos mais?

“Claro! Pode ser na quarta-feira?”.

“Fechado, nos vemos na quarta-feira então.”

 

E anteontem eu finalmente encontrei essa amiga querida, que é muito, mas muito especial para mim. Ela luta contra a balança há muito, mas há muito tempo. Eu a conheço há quase 15 anos e um dos assuntos que sempre esteve presente nas nossas conversas desde que nos falamos pela primeira vez foi nosso descontentamento com nosso próprio peso e com o nosso próprio corpo.

E não pense que ela é sedentária. A menina corre que é uma beleza! Até São Silvestre ela já disputou.

Mas vencer a compulsão alimentar é que é o grande desafio. Os beliscos que fazem parte do dia dela acabaram levando-a a pesar 22kg a mais do que ela precisaria.

Agora ela está disposta a investir R$ 13 mil no procedimento médico para virar essa página da vida dela.

Quando eu soube do preço, vi que a coisa era séria, porque essa minha amiga consegue ser mais pão-dura do que eu (kkkk!). Para ela estar disposta a gastar essa fortuna toda, é que realmente o sobrepeso dela está chegando em um ponto que ela não suporta mais.

Tentando entender melhor o que está se passando com ela, perguntei:

“Amiga, o que você espera conseguir com essa cirurgia?”

“Amanda, espero sentir menos fome e, com isso, conseguir comer menos e finalmente emagrecer.”

“Mas amiga, você tem fome de que, afinal? É de comida mesmo? Ou a sua fome é de ansiedade, carência, stress, insatisfação profissional, decepções amorosas… Porque o balão gástrico não vai conseguir diminuir essas fomes que acabo de mencionar, minha amiga…”

Com uma lágrima escapando dos olhos, ela me disse que tinha entendido o que eu estava querendo dizer.

E eu finalizei dizendo:

“Amiga, cuidado para não se frustrar. Porque tenho quase certeza que a sua fome, assim como a minha, não está no estômago, mas sim na cabeça. Se você gastar essa fortuna toda e não cuidar do seu emocional e das razões que te levam a engordar, tenho medo que você se frustre mais uma vez. Eu ainda não venci essa guerra contra a balança, porque vira e mexe meus boicotadores internos saem das sombras da minha mente e tentam me derrubar. A cada dia acredito mais que essa é uma luta para a vida inteira. Meio que nem alcoólatras anônimos, sabe? Um dia de cada vez. E acho que você estará pronta para colocar o balão e ter sucesso no seu emagrecimento quando você estiver disposta a olhar de verdade para dentro de você e estiver pronta para trabalhar na solução dssas questões que te levam a ganhar peso.”

E, gente, o que eu disse para ela foi com toda a sinceridade do meu coração.

Eu sou totalmente a favor dos procedimentos médicos e cirúrgicos para emagrecer, contanto que o paciente esteja ciente de que terá de fazer a sua parte.

E fazer a sua parte consiste em uma única coisa, que parece simples, mas é o mais complicado para quem luta contra a balança:

MUDANÇA DE HÁBITO. 

Eu conheço – e tenho certeza que você também conhece – uma dezena de gente que fez a bariátrica e depois de um punhado de anos voltou a engordar.

Tenho conhecidos que já estão tão gordos novamente que já poderiam se candidatar à segunda cirurgia.

Outros, já fizeram duas operações e, ainda assim, continuam com grau 1 de obesidade.

E por quê, hein?

Porque não mudaram a cabeça.

Porque não mudaram os hábitos.

Tão certa quanto a morte é a máxima “volte a comer como antes que você voltará a ter o peso que tinha antes.”

Nem com 1/5 do estômago tem como escapar disso. Porque depois de um tempo ele volta a ‘lacear’.

Não tem saída.

As pessoas que fizeram procedimentos cirúrgicos e conseguiram se manter magras depois de 5, 10, 15 anos, mudaram totalmente a relação que tinham com a comida.

Sem exceção.

Não fosse a mudança de hábito, elas não teriam conseguido manter o peso sob controle.

Simples assim.

Então se você, assim como a minha amiga, está precisando de uma ajuda externa para te levar ao peso ideal, vá em frente.

Eu dou todo o meu sincero apoio.

Mas, por favor, e pelo seu bem:

Use essa ajuda externa – seja cirurgia, medicação, ou qualquer outro tratamento que eu nem conheça – para ser um ponta-pé inicial na sua transformação.

Não deposite todas as suas esperanças em ações que estão fora de você.

O que te levará ao peso ideal de verdade e te fará mantê-lo pelo resto da sua vida é o que está dentro da sua cabeça e do seu coração.

E nada mais.

Acredite. Se você realmente quiser, você vai conseguir.

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