Olho gordo, cabeça gorda, estômago magro. Eba!!!!

Gente, esta semana descobri que ainda tenho olho gordo, cabeça gorda, mas que pelo menos meu estômago já é de magro.

Eba!!!

É que por duas vezes nesta semana tive almoços com amigos em restaurantes bacanudos em que meu olho e minha cabeça pediram muito mais comida do que o meu estômago estava preparado para suportar.

Comecei a comer e não aguentei ir até o final.

Ou seja, comi muito menos do que meu olho e minha cabeça queriam.

Isso me deixou tão feliz, sabia?

Sensacional!!!

Mas mesmo comendo bem menos, ainda ingeri mais alimentos do que eu precisava e passei a tarde toda me sentindo empanturrada.

Sabe no que isso me fez pensar?

Na necessidade de eu ter que trabalhar ainda mais forte para mudar esse olhar e essa cabeça de gordinha gulosa que eu tenho.

Porque ninguém merece se sentir pesado(a), lerdo(a) e quase paralisado(a) por ter comido mais do que a conta.

O jeito, hoje, foi pedir pra embrulhar mais da metade do prato que sobrou e levar para viagem.

Da próxima vez, já sei que dá para pedir só um prato e dividir com o noivorido ou com um amigo que tenha espírito magro.

🙂

Esse foi meu prato principal no almoço. Não aguentei comer quase nada! A foto de cima é como o prato chegou. A foto de baixo é o quanto sobrou. Tive que embrulhar e levar pra casa. Fotos: Amanda Brum

 

A entrada do almoço foi um desse pãozinho de alho com queijo da foto de cima (vieram 3 porque era um para cada pessoa que estava na mesa). A salada de entrada, incluída no prato, também era grandona e eu comi só metade, achando que ia sobrar espaço suficiente para eu degustar a delícia que eu havia escolhido. Fotos: Amanda Brum

 

E óbvio que a sobremesa foi praticamente ignorada. Peguei uma colherada pequena e não consegui comer mais nada. O cafezinho foi para dar uma ‘empurrada’. Afe… Foto: Amanda Brum

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