Fome física ou psicológica?

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Quando eu tenho dúvidas sobre minha fome ser real ou psicológica, Paro e penso: eu comeria agora um balde de alface? Sim, a fome é real. Eu comeria uma cenoura crua? Sim, a fome é real. Eu comeria um pratão de pepino? Realmente meu corpo está precisando se alimentar. Agora se me dou conta de que não comeria nada disso, mas sim um pedaço de pizza, uma massa grafinada aos 4 queijos ou uma barra gigante de chocolate, aí tenho certeza de que a fome é emocional. Sacou a diferença? 😉 #dicadabolotinha #emagrecebolotinha

Socorro: a fome está me consumindo. E agora, colega?!?

Foto: Reprodução

SOCORRO!

Estou sentindo uma fome de leão nesses últimos dias.

Jesus, Maria, José! Quem é que pode com uma fome dessas?!?

É fome de verdade, daquelas que dói a boca do estômago, que faz a barriga roncar, que deixa a gente mole e sem energia para ficar em pé.

Que horror!!!!

E não é porque estou sem comer não.

Estou me alimentando normalmente.

O f&#% é que pouquinho depois de ter feito uma grande refeição já sinto necessidade de comer de novo.

É infernal!

Aprendi que quando isso começa a acontecer é hora de tirar da manga armas especiais para combater esses momentos chatos da vida.

Normalmente eu….

  • Diminuo o tempo entre os lanchinhos de para 2 a 2 horas ou 3 a 3 horas (às vezes fico até 4 horas sem me alimentar). Assim, comendo de forma mais espaçada, ainda que porções menores, mantenho meu estômago sempre ocupado.
  • Bebo mais água para manter a barriga sempre cheia.
  • Tomo mais chás de ervas calmantes, para me ajudar no equilíbrio emocional e psíquico.
  • Procuro caminhar quando me bate aquela larica incontrolável, pois a endorfina da atividade física me deixa mais feliz, tranquila e relaxada.
  • Priorizo as proteínas mais pesadas (como carne vermelha), porque elas me enchem mais e me causam sensação de ‘empanturramento’, o que dificulta a possibilidade de eu querer comer mais dali a alguns minutos.

…MAS DESSA VEZ NADA DISSO ESTÁ FUNCIONANDO!!!!

C@#$%&*!!!!!

Que ódio!!!!!

Antes que eu deixasse cair sobre mim um muro de lamentações, fiz outra coisa que aprendi nesses meses de vitória contra a balança: parei, respirei e olhei para dentro de mim.

Que raios está acontecendo de errado?

O que está me tirando tanto do prumo?

Por que é que estou sentindo tanta fome?

Estou com fome de quê?

Hummmm, não precisei de muita meditação para descobrir.

Minha ansiedade está a mil, alimentada por:

  • poucas horas de sono
  • diminuição na atividade física (não tenho conseguido caminhar tantos quilômetros como antes)
  • falta de tempo para cozinhar minhas marmitas e lanchinhos salva-dieta
  • sentimento de estar sob pressão, devido às novas responsabilidades assumidas no trabalho
  • sentimento de cobrança, por não estar conseguindo fazer tudo o que eu gostaria
  • sentimento de desconforto e angústia profunda, pela inabilidade ainda de lidar com questões profundas e bem doloridas que comecei a abordar há duas semanas nas minhas sessões de terapia.

O que fazer então diante de tanto gatilho para a fome psicológica?

Putz, vou começar pelos mais fáceis:

  • Organizar minha rotina para dormir mais. Para isso, vou ter que me acostumar a ir para a cama mais cedo.
  • Organizar minha agenda para conseguir acordar mais cedo e me exercitar. Já vi que à noite, durante esse período mais crítico de mudanças pelas quais estou passando, não vou conseguir me garantir.
  • Tirar da cartola minhas receitinhas mais fáceis e rápidas para conseguir cozinhar coisas saudáveis sem me cansar ou gastar muito tempo.

Maravilha!

Só de fazer isso, já vou reunir mais forças para conseguir enfrentar os outros monstrinhos que estão me tirando do equilíbrio.

Mas e se a fome continuar a me consumir?

Bom, então vou partir para uma abordagem menos ideal, porém mais factível:

Se for para comer, que seja então alimentos mais saudáveis e menos nocivos à saúde.

Exemplos: ao invés de ir à vending machine do trabalho e comprar um Sufflair (fiz isso ontem, confesso), vou até o supermercado que fica ao lado do escritório e compro um iogurte grego zero.

No lugar de comer um pão de queijo que é cheio de gordura e carboidratos que fazem minha larica atingir a máxima potência, vou até a loja de produtos naturais que tem ao lado do escritório e compro uma caixa de biscoito Dukan.

Ao invés de pedir um caneloni gratinado aos 4 queijos, vou optar por uma massa seca (sem recheio) com molho de tomate, que é mais light e saudável.

Aí pelo menos vou engordar menos do que eu engordaria e prejudicarei menos a minha saúde, ficando mais fácil correr atrás do prejuízo quando eu me sentir mais fortalecida e segura para voltar 100% para o caminho do bem.

E vamos que vamos que emagrecimento é jogo de campeonato.

Perder uma ou outra partida é aceitável, o que não dá é para jogar a toalha e abandonar a batalha.

Eu quero. Eu posso. Eu mereço.

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Desafio da semana: combater a fome emocional. Receita de sucesso aqui!

Esta semana me impus um desafio: vou fazer de tudo para vencer a fome emocional.

Sempre soube que eu comia mais do que devia.

No fundo, eu sempre soube que eu comia não porque meu corpo precisava daquela comida toda, mas porque eu descontava no prato todas as emoções com as quais eu não conseguia lidar.

Se eu estava triste, eu comia.

Porque sentia fome.

Se eu estava feliz, comia mais ainda.

Porque também sentia fome.

Se eu me sentia calma, comia.

Porque a fome vinha.

Se eu ficava ansiosa, comia mais ainda.

Porque a fome me consumia.

Se eu me sentia amada, comia.

Porque a fome em mim permanecia.

Se eu era rejeitada, comia, comia, comia.

Porque a fome ficava insuportavelmente viva.

Agora estou disposta a ouvir o meu corpo para entender de verdade quando o meu corpo físico sente fome.

Porque quero me alimentar somente quando o meu corpo físico precisar.

Mas, para virar essa chave no meu cérebro e quebrar esse ciclo vicioso em que eu me encontro, preciso primeiro identificar a minha fome emocional, para ter condições de combatê-la.

Então, o primeiro exercício que vou fazer para tentar identificar a fome emocional será parar, respirar e refletir todas as vezes que eu sentir vontade de comer. 

“Estou sentindo só vontade de comer ou estou com fome mesmo?”

“O que está acontecendo agora com o meu corpo?”

“Que sensações físicas estou identificando?”

“Que outras sensações, além da fome, consigo notar no meu corpo físico?”

“Como está meu humor neste momento?”

“O que estou sentindo?”

“Há algo que esteja me tirando do equilíbrio emocional?”

Depois que eu refletir de coração aberto sobre todas esses aspectos da minha sensação de fome é que vou decidir conscientemente se devo comer ou não.

Comecei a fazer isso no fim de semana e já notei uma grande diferença.

Eu quase não comi, porque percebi que as horas em que eu queria ir para a mesa ou beliscar algo, não estava com fome de verdade.

Meu corpo estava nutrido, quem estava em desequilíbrio e querendo ‘acalanto’ era a minha mente.

Para aquietá-la, saí para caminhar, fui ler um livro, assistir a um filme, visitar meu pai, enfim, fazer coisas que me fazem bem e me trazem felicidade.

E é assim que pretendo agir ao longo desta semana.

Quem está me apoiando nesse processo, que eu já venho tentando vencer há algum tempo, é o o livro “Você tem fome de quê?”, do Deepak Chopra, que estou lendo no momento.

Ainda não tenho opinião formada a respeito da obra, porque ainda estou por volta da página 70, mas ela tem me ajudado a refletir bastante sobre as questões que realmente me incomodam na minha relação com a comida.

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